Sábado, 22 de agosto de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Política Projeto que criminaliza a “violência institucional” é aprovado pela Câmara dos Deputados

Compartilhe esta notícia:

A proposta prevê punição de três meses a um ano de detenção e multa para a autoridade que cometer esse crime

Foto: Divulgação
A proposta prevê punição de três meses a um ano de detenção e multa para a autoridade que cometer esse crime. (Foto: Divulgação)

A Câmara dos Deputados aprovou na quarta-feira (16) uma proposta que altera a Lei de Abuso de Autoridade para incluir na legislação o crime de “violência institucional”. A matéria segue para sanção presidencial.

O texto havia sido aprovado pela primeira vez pelos deputados em 2020. Contudo, retornou para a análise da Câmara após mudanças feitas pelo Senado. O projeto prevê punição de três meses a um ano de detenção e multa para a autoridade que submeter qualquer vítima de infração penal ou a testemunha de crimes violentos a procedimentos desnecessários, repetitivos ou invasivos, que as levem a reviver a situação de violência, outras situações potencialmente geradoras de sofrimento e/ou estigmatização.

O projeto estabelece também que, se o agente público permitir que outra pessoa intimide a vítima de crime violento, gerando a chamada “revitimização”, a pena de três meses a um ano de detenção será aumentada em dois terços. Também conforme a proposta, se o próprio agente público intimidar a vítima, a pena será dobrada.

Caso Mariana Ferrer

A proposta tem origem na Câmara e foi apresentada após a repercussão da divulgação da filmagem da audiência da blogueira Mariana Ferrer, que acusou o empresário André de Camargo Aranha de tê-la estuprado em dezembro de 2018.

A forma com que Mariana foi tratada na audiência, em especial pela defesa do réu, foi alvo de críticas de especialistas e parlamentares. Em outubro do ano passado, o Tribunal de Justiça de Santa Catarina confirmou a decisão de primeiro grau e absolveu o empresário.

tags: em foco

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Política

Deixe seu comentário

Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!

2 Comentários
mais recentes
mais antigos Mais votado
João Augusto
17 de março de 2022 10:59

Uma lei com o nome de uma mentirosa…. Essa falsa acusadora foi desmentida em duas instâncias do judiciário catarinense.

E ainda ganha uma lei com seu nome

Bolsonaro vai perder milhares de votos masculinos

José Costa
17 de março de 2022 13:30

Somos realmente um país de bananas. Ao invés de evoluirmos, andamos pra trás. Lastimável que uma lei como esta tenha sido aprovada. E quando vemos o exemplo citado, dá náuseas.

Senado aprova assistência humanitária às gestantes presas
Novo lote do abono salarial PIS/Pasep é liberado
Pode te interessar
2
0
Adoraria saber sua opinião, comente.x