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Rio Grande do Sul Projeto Recria-se fecha primeiro ano com resultados sociais e ambientais no RS

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Iniciativa transforma sobras têxteis em novos produtos

Foto: Marketing Instituto Justiça/Divulgação
Iniciativa transforma sobras têxteis em novos produtos. (Foto: Marketing Instituto Justiça/Divulgação)

O Projeto Recria-se, desenvolvido pelo Instituto Justiça, encerrou o primeiro ano com resultados expressivos na geração de renda e na gestão responsável de resíduos têxteis no Rio Grande do Sul. A iniciativa beneficiou diretamente 64 mulheres, repassou R$ 112,7 mil em remuneração e destinou de forma adequada 1,58 tonelada de materiais que, após as enchentes, se tornaram inviáveis para reuso direto.

Implantado em janeiro de 2025, o projeto combinou inclusão produtiva e economia circular, transformando sobras têxteis em novos produtos e reduzindo a pressão sobre aterros sanitários. A atuação ocorreu em comunidades da Região Metropolitana de Porto Alegre, além de grupos vinculados à CUFA (Central Única das Favelas) e a agentes de logística reversa.

O modelo adotado levou o trabalho até os territórios, respeitando rotinas familiares e contextos locais. As participantes foram capacitadas para atuar em diferentes etapas da cadeia produtiva, como triagem, desmanufatura, corte, costura, macramê e montagem final, com remuneração por produção.

Além do impacto econômico, o Recria-se consolidou-se como uma resposta prática à gestão de resíduos em contextos pós-desastre. Ao longo de 2025, 1,3 tonelada de materiais foi convertida em matéria-prima reciclada, resultando em 5.200 metros de tecido e na confecção de 7.470 itens.

Segundo Glenda Passuello, gerente-executiva do Instituto Justiça, a iniciativa demonstra que é possível unir resultado social e responsabilidade ambiental. “Estimamos a redução de 21,3 toneladas de CO₂ equivalente e a economia de cerca de 4,4 milhões de litros de água em comparação com a produção têxtil convencional”, afirmou.

O projeto também fortaleceu articulações locais, como a integração do grupo da ONG Kinder à Rede de Economia Circular da Ciclo Reverso, que passou a atuar formalmente como Mulheres Visíveis.

Balanço

Impacto Social

– Mulheres participantes diretas: 64

— Recursos repassados às participantes: R$ 112.736,20

– Pessoas beneficiadas direta e indiretamente: aprox. 260

Impacto Ambiental

– Resíduos têxteis desviados de aterro: 1.581,46 kg

– Resíduos transformados em matéria-prima: 1.300 kg

– Tecido reciclado produzido: 5.200 metros

– Produtos confeccionados: 7.470

– CO₂ não emitidos: 21,347 toneladas

– Água poupada no processo produtivo: 4.423.120 litros

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