Sexta-feira, 04 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 4 de julho de 2023
Para ser aprovada, a matéria precisa de, no mínimo, 33 votos favoráveis em dois turnos de votação
Foto: Divulgação/ALRSComo da última vez, o processo de votação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) dos símbolos do Estado do Rio Grande do Sul não foi concluído por retirada de quórum. Na sessão plenária da Assembleia Legislativa desta terça-feira (20), os parlamentares retomaram a apreciação, em 1º turno, que começou na semana passada.
Manifestantes contra e a favor da PEC ocuparam as galerias do Plenário 20 de Setembro e, antes mesmo da Ordem do Dia, foi necessário suspender a sessão em função da exaltação dos ânimos.
Proposta pelo deputado Rodrigo Lorenzoni (PL) e outros 19 parlamentares, a PEC 295/2023 institui a proteção e imutabilidade dos símbolos do Estado do Rio Grande do Sul (bandeira, hino e armas).
A matéria começou a ser discutida na sessão de 27 de junho, mas não houve quórum para concluir o processo de votação. Antes da queda de quórum, foi lida emenda apresentada ao texto, do deputado Eduardo Loureiro (PDT) e outros 21 parlamentares, com previsão de que qualquer modificação nos símbolos do Estado dependeria de manifestação favorável da população, sob a forma de referendo. Também houve pronunciamento na tribuna de Lorenzoni e do deputado Matheus Gomes (PSOL).
Na sessão desta terça, a emenda foi retirada por Loureiro. Outra emenda, com teor semelhante, foi apresentada por Guilherme Pasin (PP) e outros 24 parlamentares.
Entre os parlamentares que discursaram na tribuna, a deputada Laura Sito (PT) salientou que tanto o hino do Estado quanto a lei que protege os símbolos já passaram por alterações ao longo do tempo. Ainda lembrou que não há nenhuma proposta tramitando na Assembleia para modificação da letra do hino, “o que reforça a ideia autoritária da PEC de tentar silenciar uma opinião crítica”.
Já Marcus Vinícius (PP) disse que reconhece que há racismo no Rio Grande do Sul e no Brasil, mas que o racismo não está inserido no nosso hino. Explicou que o escravo que é citado no hino seria o escravo de um sistema que tributou muito as pessoas do sul do país e não teria nada a ver com a cor da pele. “Não vamos fazer dos símbolos do Estado bandeira política e proselitismo político”, finalizou.
Após as manifestações na tribuna, Lorenzoni solicitou verificação de quórum e apenas 23 deputados registraram suas presenças. Para ser aprovada, a PEC precisa de, no mínimo, 33 votos favoráveis em dois turnos de votação.
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Vão arrumar o que fazer seus vagabundos desorientados, frequentem uma escola e aprendam interpretação de textos e história.
Não há nada de racismo na letra/composição do hino riograndense.
Há assuntos muito mais sérios e necessários à serem discutidos em prol da sociedade gaúcha.
DONA ELOA PRESTA MAIS ATENÇÃO AO QUE A SENHORA LÊ
Hino do Brasil? kkk
Esse babaca nao tem mais o que fazer? Era só o que faltava trocar o hino do Brasil, porque dois ou três nao gostam!! Gente podre sendo pago com nossos impostos!!! Vão trabalhar imundície!
Quem está revirando o passado para reescrever a história ao seu modo é a esquerda!
Esquerdalha parasita vao rachar uma lenha!
Falta do que fazer essa gentalha desocupada tentando destruir a história do Brasil!! E pior!! Pagos por nós!!!!
BAH, COM TODO O RESPEITO, PRA MIM TANTO FAZ SE MUDAR OU NÃO MUDAR, MAS PELO QUE ENTENDI NÃO TEM NENHUM PROJETO DE LEI QUERENDO MUDAR A LETRA DO HINO, APENAS UNS DEPUTADOS QUE DIVERGEM DA LETRA, SERIA BEM MAIS IMPORTATE ESSES DEPUTADOS TRABALHAREM PARA O BEM DO POVO, TIPO DUPLICAÇÃO DAS RODOVIAS, IMPLANTAÇÃO DE FERROVIAS, ATÉ PORQUE SE ALGUÉM APRESENTAR UM PROJETO QUERENDO MUDAR A LETRA, VAI TER QUE SER VOTADO, AI SIMPLESMENTE QUEM É CONTRA VOTA CONTRA
👏👏👏👏
Mudar nosso hino não passa de pretensão ideológica vitimista de quem quer, de alguma maneira, promover o monopólio da escravidão e se valer dele oportunamente. Primeiramente, basta interpretar corretamente a letra para perceber a que tipo de escravidão se submete um povo, uma família ou até mesmo um único indivíduo que abandona seus preceitos morais, segundo o contexto do nosso hino. A escravidão foi algo inerente à história humana, como foram escravos os Hebreus, como os povos subjugados após as guerras, isso indiferente de cor. Que as pessoas por trás disso busquem outra forma de se promover, como por capacidade,… Leia mais »
Os gaúchos elegem cada um ou uma que não dá para aguentar… mudar o hino ou símbolos do estado grande projeto vai ajudar muito à população que busca saúde , segurança e educação , quanto custa manter esses deputados isso sim deveria ser revisto .