Segunda-feira, 22 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 2 de julho de 2015
Um levantamento feito pela revista norte-americana Time com base nos dados da agência que regula a aviação civil nos Estados Unidos, a FAA, apontou que sentar nos assentos do meio (entre outros dois passageiros) e na parte traseira do avião aumenta as chances de sobrevivência a um desastre aéreo.
Segundo especialistas ouvidos pelo G1, estatisticamente, a análise tem fundamento, e já houve acidentes no Brasil em que sobreviveram apenas pessoas sentadas nos últimos assentos. Mas, ponderam eles, isso não é uma regra e depende das causas e circunstâncias do acidente.
O estudo foi feito pela revista com base em dados da FAA nos últimos 35 anos em que havia sobreviventes e mortos. Em 17 casos, foi percebido que nos assentos na terceira parte final do avião, o índice de mortes era de 32%, comparado com o nível de 39% de mortes na parte do meio da aeronave e 38% na parte frontal. Considerando fileiras com três poltronas, o estudo apontou que as no meio das colunas (entre outros dois passageiros) e localizadas na parte traseira tinham os melhores resultados (28% de mortes).
O pior resultado foi constatado em assentos no corredor e no meio da cabine de passageiros (44% de índice de mortalidade). Contudo, após o acidente, há maior chance de sobreviver se você estiver perto de uma saída de emergência, conforme um estudo publicado em 2008 pela Universidade de Greenwich. (Tahiane Stochero/AG)
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