Quarta-feira, 08 de Julho de 2020

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Notícias Quase 90 cidades gaúchas apresentam alto risco de transmissão de dengue, zika vírus e febre chikungunya

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Nonoai lidera o ranking, com 16,3% de infestação predial pela larva do Aedes aegypti. (Foto: EBC)

Um levantamento realizado pela SES (Secretaria Estadual da Saúde) aponta que 85 das 497 cidades gaúchas apresentam alto risco de transmissão de dengue, zika e chikungunya, devido à infestação do mosquito Aedes aegypti. O relatório leva em conta a presença de larvas do inseto-vetor em mais de 4% dos imóveis vistoriados nesses municípios entre maio e junho.

Somente neste ano, já foram confirmados de mais de mil casos de dengue no Estado. Os técnicos do órgão alertam que as medidas de prevenção devem permanecer mesmo agora durante o inverno, época em que há uma redução na circulação do mosquito transmissor das três doenças.

O documento, denominado Lira (Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes), identifica os bairros onde se concentram os focos de reprodução do inseto, bem como o tipo de criadouro predominante. O objetivo é que, de posse dos dados, as administrações locais tenham melhores condições de planejar ações de prevenção, combate e controle.

De acordo com o governo gaúcho, neste ano já foram investidos R$ 4,8 milhões para que 361 prefeituras colocassem em prática iniciativas com essa finalidade. Os recursos foram destinados a cidades onde, nos últimos 12 meses, houve a identificação de pelo menos um foco de larvas nas armadilhas.

Municípios

– Nonoai – 16,3%;

– Espumoso – 13,7%;

– Salto do Jacuí – 13,5%;

– Giruá – 12,0%;

– Dezesseis de Novembro – 11,6%;

– Nova Palma – 10,8%;

– Não-Me-Toque – 10,6%;

– Tapejara – 10,6%;

– Victor Graeff – 10,5%;

– Vila Maria – 10,5%;

– Boa Vista do Cadeado – 9,5%;

– Salvador das Missões – 9,5%;

– Jaguari – 9,4%;

– Santiago – 9,4%;

– Frederico Westphalen – 9,3%;

– São José das Missões – 9,1%;

– Tenente Portela – 9%;

– Jacuizinho – 8,8%;

– Santo Cristo – 8,7%;

– Ajuricaba – 8,3%;

– Uruguaiana – 8,3%;

– Santo Antônio das Missões – 8,2%;

– Canoas – 8,1%;

– Tapera – 8,1%;

– São Pedro do Sul – 7,8%;

– Inhacorá – 7,7%;

– Sananduva – 7,7%;

– Santa Maria – 7,7%;

– Panambi – 7,5%;

– São Sebastião do Caí – 7,4%;

– Pejuçara – 7,3%;

– Alvorada – 7,2%;

– Nova Ramada – 7,2%;

– Novo Hamburgo – 7,2%;

– Porto Vera Cruz – 7,2%;

– Tucunduva – 7,2%;

– Mato Queimado – 7%;

– Getúlio Vargas – 6,9%;

– São Nicolau – 6,9%;

– Santo Antônio do Planalto – 6,7%;

– Itaqui – 6,6%;

– Tio Hugo – 6,6%;

– São Pedro do Butiá – 6,3%;

– Vista Gaúcha – 6,3%;

– São Luiz Gonzaga – 6,2%;

– Ibiaçá – 6,1%;

– São Miguel das Missões – 6,1%;

– Ibirubá – 6%;

– Jacutinga – 6%;

– Porto Xavier – 6%;

– Passo Fundo – 5,9%;

– Tuparendi – 5,9%;

– Veranópolis – 5,8%;

– Esteio – 5,7%;

– Novo Machado – 5,7%;

– Horizontina – 5,6%;

– Estação – 5,5%;

– Pirapó – 5,5%;

– Quaraí – 5,4%;

– Cruz Alta – 5,3%;

– Santo Augusto – 5,3%;

– Três Passos – 5%;

– Planalto – 4,9%;

– Bossoroca – 4,8%;

– Roque Gonzales – 4,8%;

– São João da Urtiga – 4,8%;

– Campo Novo – 4,7%;

– Campos Borges – 4,6%;

– Sapucaia do Sul – 4,6%;

– São Paulo das Missões – 4,5%;

– São Sepé – 4,5%;

– Novo Tiradentes – 4,4%;

– São Borja – 4,4%;

– Trindade do Sul – 4,4%;

– Vila Lângaro – 4,4%;

– Cerro Largo – 4,3%;

– Guarani das Missões – 4,3%;

– Santa Cruz do Sul – 4,3%;

– Vicente Dutra – 4,3%;

– Ciríaco – 4,2%;

– Porto Lucena – 4,2%;

– Joia – 4,1%;

– Alto Alegre – 4%;

– Feliz – 4%;

– Nova Esperança do Sul – 4.

(Marcello Campos)

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