Quarta-feira, 27 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 27 de fevereiro de 2020
Apresentadora também ressaltou, em uma sequência de posts, que todos os ataques “partem do mesmo escritório virtual do crime, já denunciado na CPI das Fake News”
Foto: Divulgação/SBTA âncora do principal telejornal do SBT, o “SBT Brasil”, Rachel Sheherazade afirmou por meio do Twitter na madrugada desta quinta-feira (27) que vem sofrendo ameaças de morte e contra a família dela desde que “ousou” criticar o então candidato à Presidência Jair Bolsonaro em 2018.
E seu perfil oficial na rede, Rachel se solidarizou com as colegas de profissão Vera Magalhães, Míriam Leitão, Eliane Cantanhêde e Patricia Campos Mello que, para a âncora do SBT, têm sido alvos de ataques da mesma natureza “vil, covarde, decrépita e misógina”.
Rachel também ressaltou, em uma sequência de posts, que todos os ataques “partem do mesmo escritório virtual do crime, já denunciado na CPI das Fake News”. Para a jornalista do SBT, tais denúncias foram ignoradas pelo Procurador-Geral da República, Augusto Aras, e pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro.
“A violência que minhas colegas sofrem eu sofri e tenho sofrido também. Campanhas difamatórias, ataques em massa, ameaças de morte, ameaças contra meus filhos têm sido uma rotina desde que ousei criticar o então candidato Jair Bolsonaro, ainda no episódio da greve dos caminhoneiros em 2018”, afirmou Rachel.
A jornalista ressaltou que não há como afirmar que o comando dos ataques a jornalistas seja do presidente, mas disse que “não há como negar que ele tira proveito do ódio que semeia”.
De acordo com Rachel, esse ódio põe em “cheque a própria liberdade de imprensa”. “Na luta insana contra a democracia, o primeiro ataque é contra a verdade. A última vítima do autoritarismo é a liberdade”, concluiu a jornalista.
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Bonitinha mas falastrona querendo se promover as custas do Presidente.
Agora, se estiver baseada nas notícias da Folha, aí complica, pq esse jornal não merece credibilidade.