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Economia Receita confirma reoneração de gasolina e etanol no fim do mês

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Medida provisória estendeu até 28 de fevereiro as isenções de PIS e Cofins cobradas da gasolina e do álcool combustível

Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil
(Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil)

O consumidor de combustíveis deve preparar o bolso. A gasolina e o etanol subirão no fim do mês, com o fim da desoneração do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), que vigora desde o segundo semestre do ano passado.

Ao comentar o resultado da arrecadação de janeiro, o chefe do Centro de Estudos Tributários e Aduaneiros da Receita Federal, Claudemir Malaquias, confirmou a reoneração no fim do mês. A data consta da Medida Provisória 1.157, assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 1º de janeiro.

“De fato, a MP previu que a alíquota de desoneração seria vigente até o final deste mês. A reoneração está prevista conforme a norma que está vigendo”, afirmou Malaquias durante a entrevista.

Isenções

A medida provisória estendeu até 28 de fevereiro as isenções de PIS e Cofins cobradas da gasolina e do álcool combustível e até 31 de dezembro as isenções do óleo diesel e biodiesel. Essas isenções haviam sido concedidas no ano passado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.

Nesta quinta-feira (23), Lula encontrou-se com o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, para discutir o reajuste dos combustíveis. Com o fim da desoneração, voltam a vigorar as alíquotas anteriores, de R$ 0,792 por litro da gasolina A (sem mistura de etanol) e de R$ 0,242 por litro do etanol. O repasse aos consumidores, no entanto, dependerá das distribuidoras e dos postos de combustíveis.

No início do ano, ao anunciar o pacote com medidas para melhorar as contas públicas, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que a recomposição dos tributos renderá R$ 28,88 bilhões ao caixa do governo em 2023. Só em janeiro, segundo cálculos da Receita Federal divulgados hoje, o governo deixou de arrecadar R$ 3,75 bilhões com a prorrogação da alíquota zero.

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Miltch Mitch
24 de fevereiro de 2023 00:45

Saudades de Bolsonaro e Paulo Guedes

Carlos Alberto Pugliese
24 de fevereiro de 2023 10:07

Essa figura é robot mortadela, recebe uns caraminguá prá ficar postando na internet

Jorge Correa Ferreira
24 de fevereiro de 2023 02:45

Tu é muito ridículo até aumento de combustível vc apoia.

Vanderlei Ochoa
24 de fevereiro de 2023 01:57

Governo faz o que é certo.

Fernando Krause
24 de fevereiro de 2023 09:50

Quem votou no crápula mentiroso contumaz, foi iludido e enganado pelo “socialista” e cumpanheros, e agora vai pagar mais caro pelos combustíveis, faz o 👎.

Eduardo Rodrigues
24 de fevereiro de 2023 10:01

Fazuéli !

Carlos Alberto Pugliese
24 de fevereiro de 2023 10:06

Faz o L de ladrão, seus trouxas….petezada do karajo

Ernildo Heitor Agostini Filho
24 de fevereiro de 2023 10:32

Para sustentar o inchaço do governo socialista tem que sacrificar o bolso do povo, aumentando a arrecadação. É o Estado comunista oprimindo o indivíduo.

Jose Lovatto
24 de fevereiro de 2023 10:57

Este desgoverno, irresponsável e corrupto, só não iniciou em janeiro a cobrança de impostos sobre todos os combustiveis, por que a população chiou, e muito. Faça um L, pois é só o comeco.

Vanderlei Ochoa
24 de fevereiro de 2023 11:21

Já pagamos até 8 Reais com o golpista no poder…o que estão reclamando aí, os mesmos que apoiavam e apoiam o terrorista golpista…

Vanderlei Ochoa
24 de fevereiro de 2023 11:47

Tu ai, apoiador do golpista mor mito: Não se esquçam que o preço dos combustiveis foram baixados artificialmente atravé da MP para baixar ICMS, compromentendo os orçamentos dos ESTADOS. Deixaram a bomba no colo do ESTADISTA LULA. Mas não se preocupem e não torçam conta. O ESTADISTA LULA vai resolver esse problema gerado pelogolpista mir mito.

Glaucio Dos Santos Brum
24 de fevereiro de 2023 16:53

A possibilidade de zerar as taxas federais de PIS e Cofins na compra de petróleo pelas refinarias, se deu graças a uma política econômica que fechou o ano de 2022 com o crescimento de 3,1 no PIB, mesmo com o país em colapso econômico devido à pandemia. Já no ano de 2023, o governo iniciou arrebentando o teto de gastos e, para somar, colocou um ministro da fazenda que, segundo suas próprias palavras, não entende de economia. Tapar esse buraco, como sempre, será à custas de impostos sobre o trabalhador.

Denise Goulart de Munhós
24 de fevereiro de 2023 17:53

Como diz a letra da música do Latino “Festa no apê”: “Tá bom, Tá é bom.Tudo é festa”. O “apê” é o Planalto!!!!

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