Domingo, 24 de maio de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Economia Renegocia!: programa disponibiliza mutirão para negociação de dívidas com bancos e varejo

Compartilhe esta notícia:

O mutirão nacional para renegociação de dívidas acontece pouco mais de um mês após o governo federal lançar o Desenrola Brasil.

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil
(Marcello Casal Jr./Agência Brasil)

Brasileiros com contas atrasadas, de qualquer natureza ou valor e independentemente de sua renda, poderão recorrer aos órgãos de defesa do consumidor de estados e municípios a fim de negociar suas dívidas por meio do Renegocia!.

Coordenado pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça e Segurança Pública, o mutirão nacional iniciou nesta segunda-feira (24) e se estenderá até o dia 11 de agosto. A iniciativa visa auxiliar aqueles em dificuldades financeiras antes que suas dívidas superem suas capacidades de pagamento.

“Estamos começando hoje [segunda-feira] o mutirão de renegociação de dívidas”, anunciou o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino.

“Importante frisar que temos a participação de aproximadamente 250 Procons estaduais e municipais [no Renegocia!]. Este mutirão é importante e se estenderá pelas próximas semanas”, acrescentou o ministro.

O mutirão nacional para renegociação de dívidas acontece pouco mais de um mês após o governo federal lançar o Desenrola Brasil.

Conforme a Senacon, o Renegocia! e o Desenrola Brasil são ações complementares. A diferença entre as duas ações é que no Renegocia! não há um valor limite para a dívida e nem restrição de renda dos consumidores que queiram negociar não só dívidas bancárias, mas também com lojas e serviços como água e luz. Ficam de fora do programa apenas as dívidas com pensão alimentícia, crédito rural e imobiliário, que não podem ser repactuadas.

Já no Desenrola Brasil, foram definidas duas faixas de adesão ao programa. A faixa 1 é para quem tem renda mensal de até dois salários mínimos, o que atualmente soma R$ 2.640, e ainda para devedores inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). Para esse grupo, a dívida não pode ultrapassar R$ 5 mil. A faixa 2 atende aos devedores com renda mensal de até R$ 20 mil, e que podem quitar as dívidas de forma parcelada, a partir de 12 prestações.

 

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Economia

Deixe seu comentário

Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!

2 Comentários
mais recentes
mais antigos Mais votado
Feedbacks embutidos
Ver todos os comentários
Vanderlei Ochoa
24 de julho de 2023 21:09

ESTADISTA LULA,HADDA, DINO…Parabéns ao governo do POVO.

Endruweit Valmir Endruweit
24 de julho de 2023 22:40

Quem deve ao Banco do Brsil e está quase completando 5 anos, não vale a pena pagar nada, porque esse banco simplesmente corta o inadimplente de qualquer produto do banco, excluem qualquer cliente que faça acordos, pague dívidas atrasadas ou em juízo porque se o devedor não pagar os juros que eles querem o devedor NUNCA MAIS TERÁ CONTA, CRÉDITO , CARTÃO OU TALÕES DE CHEQUES DO BANCO DO BRASIL,, já que é assim, QUE SE FOD… E NÃO PAGUEM quem me contou foi uma funcionári do Banco qwuando fiz acordo em pagar um cartão mais de 10 anos e… Leia mais »

Crédito deve crescer 7,7% neste ano no Brasil, prevê o Banco Central
Dólar fecha em R$ 4,73, menor patamar em mais de um ano
Pode te interessar
2
0
Adoraria saber sua opinião, comente.x