Terça-feira, 02 de Junho de 2020

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Cláudio Humberto Residência oficial de Senado vira casa de veraneio

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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, gasta dinheiro publico para transformar a residência oficial do Senado praticamente em uma casa de veraneio: tem uma área de lazer com churrasqueira, piscina, campo de futebol, serviço de paisagismo chique e quadra poliesportiva. As reformas no espaço de lazer, sem nenhuma utilidade para o trabalho, consumiram R$23 mil. Tudo mantido longe do Portal de Transparência.

Churrasqueira nova

Alcolumbre se beneficia dos gastos “quase secretos”. Torrou mais de R$18 mil para reformar a churrasqueira da residência oficial.

Cozinha refrigerada

O dinheiro do otário do contribuinte deve estar sobrando, na concepção de Alcolumbre: ele mandou instalar ate ar condicionado para a cozinha.

A firma e rica

Já Flavio Bolsonaro (RJ) mandou instalar, ao custo de R$16 mil, cinco aparelhos de ar condicionado em seu apartamento funcional.

Céu e o limite

Passam de R$90 mil cada, as obras nos gabinetes dos senadores Simone Tebet (MDB-MS) e Luís Carlos Heinze (PP-RS).

Aneel despertou o Jair Bolsonaro ambientalista

A armadilha de taxar o consumidor que investiu na geração limpa, solar e eólica, em mais de 60% para garantir o lucro de usinas termelétricas, super poluentes, foi por água abaixo pela articulação de Jair Bolsonaro. A agência reguladora Aneel não conseguiu conter o ímpeto de ajudar distribuidoras parceiras, mas encontrou no presidente, sempre acusado de ser contra o meio ambiente, o maior defensor da energia renovável.

Caso encerrado

Bolsonaro foi taxativo e disse ter obtido garantias dos presidentes Davi Alcolumbre (Senado) e Rodrigo Maia (Câmara) de proibir a taxação.

De nada, talquei?

A medida deve reduzir a emissão de gases poluentes de termelétricas, mas nenhuma ambientalista, sueca ou nacional, agradeceu Bolsonaro.

Jogo de ganha, ganha

Sem taxação, a expectativa é de aumento do investimento, redução ou até eliminação do uso de termelétrica e queda no valor da conta de luz.

O que importa: cargos

Parlamentares do centrão reclamam que as indicações “simples”, cargos do terceiro e quarto escalão do governo, quase nunca saem do Palácio do Planalto. “Não anda”, disse um deputado do PP.

Dias por impostos

Nos últimos quatro anos não se alteraram o número de dias trabalhados para pagar impostos, segundo a Associação Comercial do Estado de São Paulo. São 153 dias por ano desde 2016.

Recorde vexatório

O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, anunciou o maior lucro da história em 2019. É tanto dinheiro esfolando brasileiros que ainda não deu tempo de contar e o banco devia ter vergonha de se dizer público.

Sistema financeiro aberto

O projeto de lei com regras para resolução de crises bancárias sofre críticas no Congresso. Para o deputado José Nelto (Pode-GO), usar dinheiro público para salvar bancos é “inaceitável” e o governo devia abrir o Brasil para entrada de bancos do Japão, Europa e EUA.

Dupla de Maia

A PEC que tentava ressuscitar o imposto sindical tem como autor e relator dupla acostumada a “trabalhar” junta: Marcelo Ramos (PL-AM) e Fábio Trad (PSD-MS), que foram presidente e relator da comissão da PEC da Nova Previdência e da PEC da prisão em segunda instância.

Padrão Brasil

Com 90% dos políticos na Índia alegando pressão dos colegas para “dar presentes” nas eleições, o governo confiscou R$73 milhões em espécie, ouro, drogas e animais vivos, apenas no estado de Karnataka.

Pouco mudou

Gaudêncio Torquato cita, em artigo no Diário do Poder, caso de político executado por esconder o desejo de se tornar um tirano, ao dar comida a pobres. A punição mudou, mas a ambição de certos políticos é igual.

Tá sabendo legal

Ex-líder do PT, Carlos Zarattini (SP) recorreu a Fake News das mais ridículas e publicou cena de videogame afirmando ser do “ataque” que matou o general Qassim Suleimani. Virou vergonha mundial no Twitter e pode virar alvo da CPI que investiga atitudes levianas como essas.

Pergunta nas ONGs

Após a decisão de zerar taxas para a energia solar, Bolsonaro vai ganhar apoio dos ambientalistas?

PODER SEM PUDOR

Pimenta na cabeça

Se a política fosse a arte da memória, Paulo Maluf seria campeão e André Franco Montoro lanterninha. Ao contrário do líder do PPB, capaz de recordar nomes e datas com impressionante precisão, Franco Montoro, fundador do PSDB, sempre errava datas, trocava as bolas, misturava nomes e colecionava antipatias. Uma delas foi a do ex-ministro das Comunicações Pimenta da Veiga, no governo FHC. Ele ficou uma arara quando, certa vez, Montoro o saudou: – Meu caro deputado Pimenta do Reino…

Com André Brito e Tiago Vasconcelos

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