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Brasil Rio Grande do Sul define, em reunião, que nenhum larvicida será usado contra o aedes aegypti

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A medida foi tomada como precaução, no sábado, e discutida nessa segunda-feira, com as secretarias estaduais de Obras, Saneamento e Habitação e do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. (Foto: Priscila da Silva/SES)

O secretário da Saúde do RS, João Gabbardo dos Reis, confirmou que segue suspensa a utilização do larvicida Pyriproxyfen em depósitos de água para consumo humano. Além disso, não será usado nenhum larvicida. A medida foi tomada como precaução, no sábado, e discutida nessa segunda-feira, com as secretarias estaduais de Obras, Saneamento e Habitação e do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável.

Em substituição ao larvicida, a Secretaria Estadual da Saúde recomendou a eliminação de possíveis criadouros do Aedes aegypti com a proteção física desses locais. Como o Rio Grande do Sul tem um alto índice de distribuição de água tratada, o pyriproxyfen já era pouco usado nessas situações. A aplicação do produto poderá ser efetuada apenas em locais onde a água não é destinada para o consumo, como em chafarizes e vasos de cimento localizados em cemitérios, por exemplo.

De acordo com Gabbardo, o Estado optou por dar ênfase na precaução: “Nosso foco prioritário tem que ser o de evitar o criadouro, sem o uso de produtos químicos, dando preferência aos métodos mecânicos”, afirmou. Além disso, o secretário afirmou respeitar a orientação do Ministério da Saúde e dos demais Estados que fazem uso deste produto, mas reiterou que a estratégia do RS é de não usar produtos químicos na água destinada ao consumo humano. (GOVRS)

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