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Rio Grande do Sul Rio Grande do Sul contabiliza mais três mortes por dengue e chega a 16 óbitos em 2025

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Um homem de Erechim e duas mulheres, de Viamão e Estrela, foram os últimos óbitos a serem registrados

Foto: Reprodução
O Estado confirmou 51 mortes neste ano, número inferior ao de 2024, quando houve 281 registros. (Foto: Reprodução)

O Rio Grande do Sul registrou mais três mortes por dengue e chegou a 16ª em 2025. Os dados foram confirmados nesta terça-feira (13) pelo CEVS (Centro Estadual de Vigilância em Saúde), vinculado à SES (Secretaria Estadual da Saúde).

A primeira vítima é uma mulher, 73 anos, ocorrido em 11 de abril. A mulher tinha comorbidades e era residente no município de Viamão. Com o caso, o município registra três óbitos.

Um homem residente em Erechim, de 68 anos, é a segunda vítima. A morte ocorreu no 16 de abril e ele também tinha com comorbidades. Foi o primeiro óbito registrado na cidade.

A mesma situação ocorre com Estrela. No município, foi confirmada a morte de uma mulher, de 64 anos, com comorbidade. O óbito ocorreu em 21 de abril.

Porto Alegre segue com a cidade com mais mortes, seis. Seguido de Viamão, com três, e Alvorada e Cachoeira do Sul, com dois. De acordo com o Painel de Casos de Dengue RS, 77.923 casos foram notificados para a SES. Destes, 41.328 seguem em investigação, 2.130 deram inconclusivo e 17.570 foram confirmados.

Viamão é a cidade com mais casos confirmados, com 4.717. Porto Alegre é a segunda com 3.414, embora os dados possam ser divergentes em relação aos números da prefeitura, devido ao processo de contabilização e confirmação dos casos. Alvorada é a terceira com 1.545. Novo Hamburgo é a quarta com 1.506.

A SES reforça a importância de que a população procure atendimento médico nos serviços de saúde logo nos primeiros sintomas. Dessa forma, evita-se o agravamento da doença e a possível evolução para óbito.

Principais sintomas:

– febre alta, com duração de dois a sete dias,

– dor retroorbital (atrás dos olhos);

– dor de cabeça,

– dor no corpo,

– dor nas articulações,

– mal-estar geral,

– náusea,

– vômito,

– diarreia,

– manchas vermelhas na pele, com ou sem coceira.

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Marlon Soares
14 de maio de 2025 12:13

Lamentável essas mortes, mas interessante é q agora justificam com comorbidades e na pandemia não existia uma vergonha para essa nação

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