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Rio Grande do Sul Rio Grande do Sul tem duas praias e dois balneários com água imprópria para banho

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Quatro são considerados impróprios e os veranistas devem evitar entrar na água.

Foto: Palácio Piratini/Arquivo
Praia do Cassino, em Rio Grande, tem dois trechos não recomendados. (Foto: Arquivo "O Sul")

O governo do Rio Grande do Sul divulgou o quinto boletim de balneabilidade desta temporada de verão 2021-2022. De acordo com a análise, quatro pontos (duas praias e dois balneários) de um total de 90 monitorados estão impróprios para banho e, por esse motivo, a população deve evitar entrar na água.

– Balneário dos Prazeres (Laguna dos Patos), em Pelotas.

– Praia do Cassino (oceano Atlântico) no trecho da rua Buenos Aires, em Rio Grande.

– Praia do Cassino (oceano Atlântico) no trecho da rua Goiás, em Rio Grande.

– Praia do Encontro (rio Jacuí), São Jerônimo.

No caso do balneário dos Prazeres, esta já é a terceira semana consecutiva em que o local aparece no relatório oficial como não recomendado para o banho.

Como acompanhar

Os resultados das análises são divulgados todas as sextas-feiras, até o dia 4 de março, nas redes sociais da Fundação Estadual de Proteção ao Meio Ambiente (Fepam) ou pelo site fepam.rs.gov.br. Também é possível consultar as informações por meio de aplicativo que pode ser acessado através de link disponibilizado no site procergs.com.br.

Do total de locais monitorados, a grande maioria (82) é analisada pela Fepam. A instituição conta com a parceria da Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan) nesse trabalho.

Em Pelotas (Litoral Sul do Estado), o Serviço Autônomo de Saneamento (Sanep) realiza a coleta e análise em oito pontos. Já no Litoral Norte, esse trabalho é desempenhado por uma equipe regional da Fepam, em colaboração com a Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema).

Metodologia

Para analisar a condição de balneabilidade, é utilizado como parâmetro a presença  da bactéria Escherichia coli em amostras coletadas diretamente nas praias e balneários. A geóloga Cátia Luisa Gayer Vaghetti, da Fepam, explica que esse microrganismo habita o trato intestinal de humanos e outros animais endotérmicos (“de sangue quente”).

“A sua presença em abundância na água é um bom indicador de contaminação por fezes [via esgotos[, existindo assim a possibilidade de haver no local material biológico capaz de provocar doenças”, reitera.

Recomendações

– Procure entrar na água apenas em locais que apresentem condição própria para o banho.

– Tenha atenção especial com crianças e idosos, pois são mais sensíveis e menos imunes.

– Procure não tomar banho em rios e oceanos nas primeiras 24 horas após chuva intensa, pois a tendência é de carregamento de esgotos e resíduos para os cursos d’água, com risco de contaminação.

– Não tome banho em locais com concentração de algas, já que podem conter toxinas prejudiciais à saúde.

– Evite entrar na água nos períodos de cheia do rio, quando o leito está fora do seu curso normal, e em canais pluviais, saídas de sangradouros, córregos ou rios que afluem nas praias, devido à possível contaminação por esgoto doméstico.

(Marcello Campos)

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