Quarta-feira, 27 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 8 de junho de 2016
Na noite desta terça-feira (07), foi realizada a cerimônia de posse da diretoria 2016/2017 do IEE (Instituto de Estudos Empresariais). Rodrigo Tellechea Silva, 35 anos, advogado, doutor em direito comercial pela USP e sócio do escritório Souto Correa Advogados, assumiu como presidente do Instituto no lugar de Ricardo Heller. O evento reuniu mais de 200 pessoas no Instituto Ling e contou com o pronunciamento do ex-presidente do Banco Central do Brasil e ex-Ministro da Fazenda, Pedro Malan.
O vice-governador do Rio Grande do Sul, José Paulo Cairoli, declarou empossada a nova diretoria, que, além do presidente Rodrigo Tellechea, é composta pelo vice-presidente, Paulo Costa Fuchs; e os diretores Joanna Maldonado Renner, Tiago Silva Tellechea, Ramon Bastos Crivellaro,Thobias Zamboni e Júlio César Bratz Lamb. Também foram empossados os integrantes do Conselho Fiscal e do Conselho Deliberativo para a gestão 2016/2017.
Em seu primeiro discurso oficial à frente do IEE, Rodrigo Tellechea destacou o compromisso do instituto em formar líderes empresariais: “O IEE tem um papel protagonista na formação de lideranças para contribuir para um país com pessoas e instituições fundadas nos valores da liberdade, da eficiência e da meritocracia. Um indivíduo solidamente formado tem consigo um arsenal bem definido de valores e de argumentos necessários para garantir sua honestidade intelectual e continuar sua caminhada em direção a própria felicidade”. Tellechea ainda enfatizou a importância da iniciativa privada no cenário atual do país: “A reinvenção do país passa por mais iniciativa privada e menos estado. Mais empreendedorismo e menos ideologia. Mais ética e menos esperteza.”
O ex-presidente do Banco Central do Brasil e ex-Ministro da Fazenda, Pedro Malan, reforçou a importância de um compromisso firme com a política fiscal no Brasil: “A conta chegou e agora temos que lidar com isso”. Para ele o debate político traz novas evidências para a atual conjuntura político-econômica e as pessoas mudam, sim, de opinião e podem rever seus conceitos. Segundo Malan há três valores essenciais para realizar as mudanças necessárias na sociedade. “Se há um valor que vale a pena viver é a liberdade”. O ex-ministro destacou, ainda, a busca por menos desigualdade e mais justiça social, com igualdade perante a lei e igualdade de oportunidades; e como terceiro ponto a eficiência e a produtividade, “imprescindíveis para criar um ambiente propício para evoluir”, destacou.
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