Segunda-feira, 28 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 24 de janeiro de 2025
A expectativa para este ano é de que a safra de grãos cresça em torno de 8,2%.
Foto: Cadu Gomes/VPRO vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, disse nessa sexta-feira (24), em São Paulo, que a safra recorde prevista para este ano e a queda do dólar deverão provocar redução nos preços dos alimentos. A expectativa para este ano é de que a safra de grãos cresça em torno de 8,2%, segundo projeções da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Se confirmar, segundo a Conab, será um recorde para a produção na série histórica.
Já o dólar caiu nos últimos dias, passando dos R$ 6,20 no início do ano para R$ 5,91 nesta sexta.
“Uma boa notícia é a safra agrícola. Os estudos mostram que o clima este ano deve ser positivo. Ano passado, nós tivemos uma seca muito intensa. Com um clima bom, há uma expectativa de que a safra agrícola deve crescer 8% a mais, uma safra recorde. Isso ajuda a reduzir o preço. A outra é o dólar, porque você tem fertilizante, combustível, equipamento, muita coisa que é contaminada pelo dólar. Então, com a redução do dólar, também vai ajudar”, avalia.
Para Alckmin, outros fatores que devem ajudar na redução dos preços dos alimentos são a reforma tributária e o estoque regulador da Conab.
“O estoque regulador é quando eu tenho uma grande safra e se guarda um pouco, para quando faltar existir um estoque. Isso regula um pouco, evita grandes oscilações de preço. Tem outros estudos que o governo está fazendo, vamos aguardar, mas a iniciativa é positiva. E a boa notícia é a reforma tributária, que vai desonerar a cesta básica, inclusive a proteína animal”, explicou.
Alckmin participou de um encontro com sindicalistas na sede da União Geral dos Trabalhadores (UGT) para debater as estratégias do governo federal e as políticas públicas voltadas ao desenvolvimento econômico e à geração de empregos no País. O tema do encontro foi Perspectiva da Economia e do Emprego em 2025.
Enquanto o ministro se encontrava com sindicalistas em São Paulo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu com alguns ministros, em Brasília, para discutir estratégias que possam ajudar a baratear o preço dos alimentos.
“O presidente Lula, corretamente, está preocupado em reduzir o preço, evitar aumento de preço grande de alimentos”, disse Alckmin.
O ministro da Casa Civil, Rui Costa, afirmou nesta sexta que o governo estuda a possibilidade de reduzir o imposto de importação de alimentos que, por algum motivo, estiverem mais baratos no exterior que no Brasil. Segundo o ministro, ao facilitar a importação desses alimentos, o governo contribuiria para aumentar a oferta do produto e, por consequência, a queda do preço.
“Não tem explicação para [o preço interno] estar acima. Todo produto que o preço externo estiver menor que o interno, vamos atuar. O preço se forma no mercado. Se tornarmos mais barata a importação, vamos ter atores do mercado importando. E vão ajudar a abaixar o preço do produto interno”, disse.
Na mesma entrevista, Rui Costa disse que o governo não pretende adotar nenhuma medida “heterodoxa” (fora do padrão) para abaixar o preço dos alimentos nos supermercados.
Conforme o ministro, a inflação que tem gerado aumento nos preços é consequência de índices internacionais, como alta do dólar e busca por commodities.
“Quero reafirmar taxativamente: nenhuma medida heterodoxa será adotada. Não haverá congelamento de preços, tabelamento, fiscalização. Ele até brincou: não terá fiscal do Lula nos supermercados, nas feiras. Não terá rede estatal de supermercados, de lojas. Isso sequer foi apresentado nesta ou em qualquer outra reunião”, defendeu Rui Costa.
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É cara pela incompetência desse teu desgoverno….
E a lei da oferta e procura, não funciona mais. O AGRO produz alimentos para 1,2 bilhões de pessoas e no Brasil temos 210 milhões. Por quê a comida é tão cara para o povo que fimnancia as safras dessa gente?
Esse bos.. é um zero a esquerda, o que é pior ainda! Chuchu voltou a cena do crime junto com o criminoso…
O água de salsicha sabe alguma coisa de economia ????
Lembrando que o chefe dele “voltou à cena do crime” e ele veio junto com o crápula…
Só o agro para salvar esse governo imcompetente.
O teu AGRO produz comida para 1,2 bilhões de pessoas. Brasil te so20 dessa população. Onde está a lei da oferta e procura nesse caso? AGRO é financiado com dinheiro público, não paga impostos e os latifundiários bandidos embolsam todo o dinheiro, mantendo a bancada dos boi guampa sempre conspirando contra a democracia, contra o povo e contra o Brasil, palhaço.
” Elementar meu caro Wattson”, quanto maior a oferta, menor o custo,não precisa ser gênio nem especialista para entender como funciona.
Vem o hipócrita posar de salvador da pátria, mas essa criança já tem pai, chama-se AGRO.
O Brasil não é para amadores.. se depender desta turma este pais esta maravilhoso… é so acreditar nas falas deles..mas enquanto isto , vai no mercado…
Algo errado no ar, o agro não é o monstro, o demônio, a perdição da economia???
Bando de retardados!