Domingo, 10 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 16 de julho de 2015
Nenhum alimento é capaz de curar ou de prevenir doenças. O que uma boa dieta faz é reduzir os riscos de ter certos problemas de saúde. Nesse tema há muita confusão e, por isso, é importante conhecer os benefícios que foram de fato comprovados por pesquisas científicas.
O envelhecimento acarreta várias perdas: de massas óssea e muscular, de memória, de absorção de nutrientes e até de paladar. Incluir alguns alimentos no cardápio ajuda a combater esses males. A partir do 50 aniversário, há uma redução, em média, de 8% a 15% da força muscular a cada década. É inevitável que a perda aconteça, mas há como diminuir seu efeito com atividade física e com mudança na dieta.
Outra preocupação constante deve ser com o controle do peso, porque a tendência é engordar com a idade. Comer a cada três ou quatro horas e incluir muitas frutas e legumes são os conselhos de ouro dos especialistas. A alimentação fracionada ao longo do dia promove a sensação de saciedade e aumenta a disposição.
É preciso evitar também o exagero de sal e açúcar, que muitos idosos adotam porque a comida parece “sem graça”, consequência da diminuição das papilas gustativas. O consumo diário de sal não deve exceder 5 gramas, o equivalente a cinco colheres de café, de acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde).
Muitas vezes, não é possível compensar só com dieta a falta de nutrientes, portanto, prescrevem-se suplementos de vitaminas. É importante, porém, não exagerar. A vitamina D, por exemplo, pode provocar a insuficiência renal se for consumida em excesso. (Folhapress)
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