Terça-feira, 27 de Outubro de 2020

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Notícias Saiba como foi o sábado de vacinação contra a gripe no Rio Grande do Sul

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Em todo o Estado, cerca de 400 mil pessoas receberam a imunização. (Foto: EBC)

Com cerca de 1,8 mil locais disponíveis em todo o Rio Grande do Sul nesse sábado, o “Dia D” de vacinação contra a gripe permitiu que aproximadamente 400 mil pessoas recebessem a dose no Estado. A iniciativa é considerada um dos pontos-altos da campanha aberta pelo governo federal em 10 de abril e que prossegue até o fim de maio.

Dados oficiais indicam que cerca de 3,8 milhões de residentes na capital gaúcha ou no interior se enquadram nos segmentos populacionais considerados prioritários. Primeiro foram as grávidas e as crianças com idade entre 6 meses e 6 anos, depois as puérperas (mãe com até 45 dias pós-parto), trabalhadores da saúde, idosos (60 anos ou mais), professores, policiais, bombeiros e militares, doentes crônicos, obesos e transplantados.

Em geral, as salas e postos de saúde funcionaram das 8h às 17h nessa edição do “Dia D”. Estima-se que o movimento desse sábado fez com que o contingente de gaúchos imunizados chegasse a pelo menos 1,7 milhão, ou seja, em torno de 45% do público-alvo da campanha.

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Na capital gaúcha, com base em dados de monitoramento do Programa Nacional de Imunizações até as 16h, a prefeitura registrou a vacinação de pelo menos 28,5 mil pessoas contra a gripe. Além de 83 postos abertos exclusivamente para aplicar a dose em indivíduos dos grupos prioritários, os ônibus do transporte coletivo tiveram passe-livre.

De acordo com a chefe do núcleo de imunizações da Secretaria Municipal da Saúde, Renata Capponi, esse desempenho foi comparativamente melhor que o do ano passado, em temos quantitativos. “Na parcial deste ano, tivemos mais de 28 mil pessoas vacinadas, sendo que em 2018 os dados totais do ‘Dia D’ chegaram a cerca de 27 mil imunizações”, avalia.

No início da manhã, o titular da pasta, Pablo Stürmer, acompanhou o trabalho no Centro de Saúde Modelo. Ele enfatizou a importância de as pessoas que compõem os grupos prioritários fazerem a vacina antes da chegada do inverno: “Quanto mais cedo as pessoas forem imunizadas, mais cedo o organismo estará protegido”.

Stürmer ponderou, ainda, que a combinação de fatores (passe-livre, atendimento exclusivo para a vacina e melhora nas condições climáticas), contribuíram para a campanha. “Queremos melhorar cobertura e atingir a meta de vacinar 90% dos grupos prioritários”, resume.

Acompanhando de perto a movimentação no Centro de Saúde Modelo (esquina da avenida João Pessoa com rua Jerônimo de Ornelas, no bairro Santana), o diretor-adjunto da Vigilância em Saúde municipal, José Carlos Sangiovanni, mencionou o status da vacinação como terceira mais importante estratégia de saúde pública, atrás apenas da água potável e do saneamento básico, de acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde). “Vacinar evita complicações que podem levar até a óbito”, finalizou.

(Marcello Campos)

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