Quarta-feira, 27 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 10 de abril de 2019
Um será rei; o outro é apenas o sétimo na linha sucessão. Durante muito tempo, os príncipes William e Harry caminharam juntos, trabalhando lado a lado. Mas as coisas na coroa britânica mudaram. Os irmãos, filhos de Charles e Diana, tomaram rumos diferentes e, segundo a revista norte-americana People, a “separação” foi inevitável, ainda mais depois dos casamentos e cada um construindo sua própria família. As informações são do jornal O Globo.
“Só funcionaria até eles se casarem; e isso durou mais tempo do que se pensava inicialmente”, disse uma fonte à publicação.
A separação começou em março, quando Harry e Meghan Markle, que oficializaram a união em maio do ano passado, decidiram criar um escritório à parte de William e Kate Middleton, casados desde 2011. Harry e Meghan, inclusive, foram morar na Frogmore Cottage, deixando assim o Palácio de Kensington.
“É uma pena. Havia poder nessa união e grande força no quarteto. Há sempre essa tensão: tentar fazer o RP e depois perceber que são apenas pessoas reais. Eles querem seu próprio lugar e suas próprias coisas”, comentou a fonte. “Talvez, eles voltem um pouco mais tarde. Às vezes, você tem que se afastar para voltar.”
Um novo lar
De acordo com a imprensa internacional, a mudança de Harry e Meghan para a Frogmore Cottage representará uma grande mudança no estilo de vida do casal, que espera o primeiro filho para o fim de abril. A casa fica perto do Castelo de Windsor e, segundo especialistas, é o endereço perfeito para a dupla.
“Eles vão se divertir muito mais em Windsor. Eles se sentiam claustrofóbicos no Palácio de Kensington”, disse uma fonte à People.
De acordo com a publicação, o lugar de dois quartos no Palácio de Kensington, onde o duque e a duquesa de Sussex viviam, não era uma residência permanente, ainda mais agora que a família está crescendo.
Herança
A rainha-mãe Elizabeth, esposa do rei George VI e mãe da rainha Elizabeth II, foi bastante estratégica na hora de fazer seu testamento. Morta aos 101 anos, em 2002, ela deixou uma herança mais polpuda para o bisneto Harry do que para William, segundo a BBC.
A explicação mora na linha de sucessão ao trono e o pensamento dela foi simples: William será rei e terá mais benefícios financeiros por causa disso. Ele é o segundo na linha de sucessão ao trono britânico, atrás apenas do pai, o príncipe Charles.
Os dois netos da rainha ficaram com aproximadamente 14 milhões de libras para dividir. Sabe-se apenas que Harry ganhou mais, no entanto, não há ideia da diferença. Quando Charles virar rei, o primogênito vira o príncipe de Gales e “herda” o ducado da Cornualha, que consiste em 53 mil hectares de terra, além de fundos públicos.
A rainha-mãe deixou uma fortuna estimada em 70 milhões de libras em obras de arte, joias e uma coleção valiosa de ovos Fabergé. Na época de sua morte, foi anunciado que seus pertences ficaram com Elizabeth II, que, por sua vez, doou boa parte das peças ao Royal Collection, responsável pelas exposições armadas nas muitas residências oficiais da monarquia.
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