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Economia Dólar sobe a R$ 5,19 e Bolsa brasileira volta a cair

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O Ibovespa acumula baixa de 3,06% na semana e de 6,05% em agosto.

Foto: B3/Divulgação
O Ibovespa acumula baixa de 3,06% na semana e de 6,05% em agosto. (Foto: B3/Divulgação)

O dólar fechou em alta de 0,25% nessa quinta-feira (13), cotado a R$ 5,1925. Já o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, encerrou o pregão em queda de 0,23%, aos 167.101 pontos. O mercado operou com cautela diante da saída de recursos estrangeiros, das incertezas sobre os juros e do cenário eleitoral.

Na semana, o dólar acumula alta de 1,88% e, no mês, de 2,16%. No acumulado de 2026, porém, a moeda registra queda de 5,64%. O Ibovespa acumula baixa de 3,06% na semana e de 6,05% em agosto. No ano, o índice ainda registra valorização de 3,79%.

Segundo levantamento da Elos Ayta Consultoria, investidores estrangeiros retiraram R$ 11,93 bilhões do mercado brasileiro nos primeiros sete pregões de agosto, até terça-feira (11). Naquele dia, o Ibovespa caiu 2,56%, na maior queda em cinco meses.

No cenário doméstico, o IBGE divulgou uma nova estimativa para a safra de grãos de 2026, de 347,4 milhões de toneladas, volume ligeiramente superior ao registrado no ano passado. As vendas do comércio varejista cresceram 0,5% em junho. Já o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) permanece em nível de pessimismo pelo 19º mês consecutivo.

Entre os balanços corporativos, a Americanas foi destaque. A companhia registrou prejuízo de R$ 274 milhões no segundo trimestre de 2026, quase três vezes superior ao resultado negativo do mesmo período de 2025. Cogna, Minerva, Ultrapar, Positivo, Rede D’Or, CVC, Azzas, Hapvida e Banco do Brasil também divulgaram resultados.

No exterior, os investidores acompanharam o Índice de Preços ao Produtor (PPI) dos Estados Unidos. O indicador ficou estável em julho, com queda nos preços dos bens e aumento nos serviços. O dado é monitorado porque ajuda a avaliar a trajetória da inflação e pode influenciar as próximas decisões do Federal Reserve (Fed) sobre os juros.

No mercado de commodities, o petróleo também recuou. O barril do Brent caiu 2,15%, para US$ 87,07, enquanto o WTI teve baixa de 2,43%, a US$ 81,25.

A queda ocorreu apesar das tensões entre Estados Unidos e Irã em torno do Estreito de Ormuz, uma das principais rotas para o transporte internacional de petróleo. O Irã afirmou nesta quinta-feira que continua controlando a passagem marítima, contrariando uma declaração do presidente norte-americano, Donald Trump.

Na quarta-feira (12), Trump afirmou, em publicação na rede social Truth Social, que os Estados Unidos tinham “controle total” do Estreito de Ormuz. O governo iraniano contestou a declaração e afirmou que não houve avanço nas negociações entre os dois países.

O estreito é estratégico para o mercado global de energia, e uma interrupção prolongada no tráfego de navios poderia afetar a oferta e pressionar os preços do petróleo. Irã e Omã também discutem mecanismos para administrar o fluxo de embarcações pela região.

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Caio Azevedo
13 de agosto de 2026 23:04

Robô doutrinada abaixo…

ochoavanderlei@gmail.com
13 de agosto de 2026 19:00

Brasil indo bem. Crescendo e se desenvolvendo sem falhar com a população mais vulneráveis. Programas sociais funcionando. PAC funcionando
… exportações superavitarias. Dólar estável. Tudo bem diferente do que a direita golpista, através do ministro Paulo Gegues prévia. O Brasil vai virar uma Venezuela se Lula ganhar eleição. Muito pelo conseu Paulo Gegues. Obrigado ALEXANDRE DE MORAES e ESTADISTA LULA. DEMOCRACIA NÃO VAI SER DESTRUÍDA. PERDERAM MANÉS!!!!

Emerson
13 de agosto de 2026 22:49

Cara, em que mundo tu vive?

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