Quarta-feira, 16 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 22 de junho de 2024
O tradicional recesso parlamentar inicia no dia 18 de julho
Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos DeputadosOs plenários da Câmara dos Deputados e do Senado devem ter um ritmo de votações menos agitado pelos próximos meses. Com a chegada das festas de São João, do recesso parlamentar e das eleições municipais, a tendência é de que deputados e senadores se dediquem à votação de pautas consensuais e deixem os temas mais polêmicos para o fim do ano.
O deputado Arthur Lira (PP-AL) e o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), presidentes das Casas, dispensaram os parlamentares de marcarem presença fisicamente nos plenários entre segunda (24) e sexta-feira (28). As sessões poderão ser acompanhadas pelo aplicativo InfoLeg.
A “folga” se deve à celebração de São João, que ocorre nesta segunda. A data é considerada feriado em cidades como João Pessoa (PB) e Recife (PE) e em Estados como Alagoas e Bahia.
Durante os festejos juninos, parlamentares nordestinos costumam retornar às suas bases eleitorais para participar dos eventos. Neste ano, as visitas serão marcadas pelo clima de pré-campanha para as eleições municipais.
Recesso
Após a semana de São João, os parlamentares terão aproximadamente duas semanas, entre os dias 1º e 17 de julho, para votar pautas prioritárias. Isso porque o tradicional recesso parlamentar inicia no dia 18 e vai até o dia 31 do mês que vem.
A prioridade de Lira antes do recesso será a regulamentação da reforma tributária. Os dois grupos de trabalho criados para discutir o tema devem apresentar até o dia 3 de julho os relatórios finais para apreciação.
A avaliação é de que, com a votação antes do recesso parlamentar na Câmara, o texto tem tudo para ser votado no Senado ainda neste ano. O cronograma definido por Lira prevê a votação em plenário no dia 11 de julho, uma semana antes das “férias” dos deputados.
No Senado, as propostas analisadas serão de temas já acordados entre as bancadas. Há intenção de terminar a votação do projeto de lei do marco legal do hidrogênio verde.
Com o fim do recesso em agosto, a expectativa é de que parte dos parlamentares se dedique às campanhas eleitorais em suas bases. Deputados que pretendem concorrer ao cargo de prefeito devem passar mais tempo fora da Câmara, se dedicando às campanhas.
Depois das eleições, o Congresso deve retomar a análise de pautas consideradas polêmicas. Propostas como a limitação de delações premiadas de presos e anistia a partidos que descumpriram cotas de mulheres e negros devem ficar para o segundo semestre.
A definição foi tomada, segundo líderes, para tentar amenizar as críticas sofridas por Lira com relação ao projeto de lei 1904/24, que equipara o aborto após 22 semanas de gestação ao crime de homicídio. A discussão dessa matéria também ficou para o segundo semestre.
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BRASIL O PAIS DA PIADA PRONTA… ALEM DE PATROCINAR COM BILHOES OS VOSSAS EXCELENCIAS PARA SE ELEGER AINDA FICAM VAGABUNDIANDO EM SUAS BASES ELEITORAIS !!!!
Com o suor do nosso trabalho sustentamos castas que tem 60 dias (ou mais de férias), altos salários, auxílios, benefícios, penduricalhos, “direitos adquiridos”, e mesmo assim ainda se sujam com corrupção.
O Brasil de Brasília realmente é uma grande QUADRILHA de colarinho branco, cuja sede está confortávelmente instalada na Praça dos Três Poderes…
E o povo trouxa brigando entre si para defender um lado ou outro destes canalhas….
Quando será que sairemos desta hipnose? Político algum presta… e o STF? bom esse prefiro nem comentar pois como não vivemos em liberdade, não quero acordar um ordem de prisão proveniente do gabinete do Xandaquistão
Bem que poderiam ser queimados nas fogueiras de SãoJoão, ninguém sentiria falta.
Este ano pode fechar as portas da câmara e do senado, pois não votarão e nem voltarão mais. Alias, é melhor para o país quando estão ausetes; porque os grandes temas de interesse do povo, vão empurrando com a barriga. É lamentável a não percepção da maioria do povo brasileiro. Agora eles se mandam para as periferias das cidades abraçando idosos, pegando crianças no colo, se misturando com a costumeira enganação mais uma vez. Chego a pensar que grande parte do povo brasileiro gosta de sustentar esses falsos representantes. Depois de eleitos, fogem de quem os elegeu. Nossa sina é… Leia mais »