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Brasil São Paulo: Apenas 24% das escolas estaduais estão aptas para aulas presenciais

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Distanciamento mínimo de 1 metro entre alunos é principal causa de problema para os colégios.

Foto: Arquivo/Studio Formatura/Galois
Distanciamento mínimo de 1 metro entre alunos é principal causa de problema para os colégios. (Foto: Arquivo/Studio Formatura/Galois)

Apesar do anúncio do retorno obrigatório à sala de aula nas escolas estaduais de São Paulo a partir do dia 18 de outubro, informado pelo governo nesta quarta-feira (13), apenas 24% dos colégios estão aptos para voltarem seguindo os protocolos exigidos no momento.

A informação foi confirmada pela secretaria estadual de Educação de São Paulo: apenas 1.231 escolas dentre 5.130 da rede pública estadual poderão voltar cumprindo todas as exigências.

A pasta ressalta, porém, que a derrubada da necessidade do distanciamento mínimo de 1 metro, principal desafio para as escolas, já está prevista para o dia 3 de novembro. Com isso, 100% das instituições estarão aptas às aulas presenciais.

Os demais protocolos, como uso de máscara e álcool em gel, não têm previsão de serem abortados no futuro próximo.

Outras exigências anunciadas pelo governo incluem a aferição de temperatura antes da entrada na escola – pessoas com registros acima de 37,5ºC não devem permanecer na escola – e arejamento da sala de aula.

Além disso, crianças e jovens sintomáticos não devem ir ao colégio e, caso haja confirmações de Covid-19, deve-se notificar a UBS local, registrar o caso no sistema de monitoramento estadual e monitorar a evolução da doença.

Vacinação motiva retorno, diz secretário

Ao anunciar o retorno presencial dos alunos, o secretário de Educação, Rossieli Soares, afirmou que 97% dos profissionais de educação estão com esquema completo de vacinação contra a Covid-19 na rede estadual. Entre os adolescentes de 12 a 17 anos, 90% já tomaram a primeira dose da vacina.

Segundo Rossieli, a frequência dos alunos da rede estadual tem ficado entre 65% e 70% – um número que pode ser maior na rede municipal.

“A frequência tem girado entre 65 a 70% dos alunos. Me referindo aqui às redes estaduais, na rede municipal, esse número é geralmente maior. Quanto mais tempo demorarmos para voltar, mais vai prejudicar os alunos. Obviamente, temos desafio de alunos se evadindo. Não está indo presencial nem entregando atividades. Quanto mais demorar, pior será para esta geração inteira”, disse Rossieli em coletiva de imprensa.

Exceções para retorno presencial

O governo do estado estabeleceu exceções à obrigatoriedade do ensino presencial. Ficam desobrigados de ir presencialmente até as escolas e podem seguir com o ensino remoto:

  • Jovens pertencentes ao grupo de risco, com mais de 12 anos, que não tenham completado seu ciclo vacinal contra Covid-19;
  • Jovens gestantes e puérperas;
  • Crianças menores de 12 anos pertencentes ao grupo de risco para Covid-19 para as quais não há vacina contra a doença aprovada no País;
  • Jovens com mais de 12 anos com comorbidades e que não tenham completado o ciclo vacinal contra Covid-19;
    Estudantes com condição de saúde de maior fragilidade à Covid-19, mesmo com o ciclo vacinal completo, comprovada com prescrição médica para permanecer em atividades remotas.

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