Sexta-feira, 10 de Julho de 2020

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Bem-Estar Saúde destaca importância do Teste do Pezinho no diagnóstico de doenças graves

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Coleta de uma gota de sangue do calcanhar do bebê deve ser feita na primeira semana de vida.

Foto: Cristine Rochol/PMPA
Coleta de uma gota de sangue do calcanhar do bebê deve ser feita na primeira semana de vida. (Foto: Cristine Rochol/PMPA)

O Teste do Pezinho permite o diagnóstico precoce e a prevenção de doenças que podem trazer sequelas irreversíveis, evitáveis a partir da coleta de uma gota de sangue do calcanhar do bebê na primeira semana de vida. A SMS (Secretaria Municipal de Saúde) aproveita o Dia Nacional do Teste do Pezinho, lembrado neste sábado (6), para destacar a importância do exame, que deve ser feito preferencialmente de três a cinco dias do nascimento.

O HMIPV (Hospital Materno Infantil Presidente Vargas) é o Serviço de Referência em Triagem Neonatal do Rio Grande do Sul desde 2001. No local, são diagnosticadas seis doenças: fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito, síndromes falciformes, fibrose cística, hiperplasia adrenal congênita e deficiência de biotinidase.

“A triagem, busca ativa e confirmação diagnóstica dos bebês com suspeita de doença são realizadas por equipe multiprofissional especializada de bioquímicos, pediatras, endocrinologistas, pneumologistas, geneticistas, nutricionistas, psicólogos e assistentes sociais, que além dos exames confirmatórios, acompanha o tratamento por toda a vida do indivíduo”, explica a coordenadora do serviço de triagem do HMIPV, Simone Castro. A coleta de sangue e a retirada do resultado do exame devem ocorrer na unidade de saúde de referência. As orientações são feitas à mãe durante a preparação do pré-natal.

Em 2019, o hospital recebeu 102.349 cartões com gotas de sangue coletados de bebês da rede pública dos 497 municípios do estado. Conforme Simone, foram diagnosticados e estão em acompanhamento 127 crianças com fenilcetonúria, 1.356 com hipotireoidismo congênito, 206 por triagem alterada de hiperplasia adrenal congênita e 28 com deficiência de biotinidase. Outras 83 crianças tiveram diagnóstico de fibrose cística e 290 de hemoglobinopatias, sendo esses pacientes referenciados para serviços especializados logo após o fechamento do diagnóstico.

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