Terça-feira, 18 de Maio de 2021

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Porto Alegre Em Porto Alegre, a vacina da gripe só é oferecida de segunda a sexta. Endereços são diferentes para quem busca imunização contra o coronavírus

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Locais são escolhidos a partir de critérios como estrutura, facilidade de acesso e segurança.

Foto: Cristine Rochol/PMPA
Serviço é oferecido gratuitamente para os grupos prioritários de cada etapa da campanha. (Foto: Cristine Rochol/PMPA)

Com o início da campanha nacional de vacinação antigripal e a continuidade da imunização contra o coronavírus, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) reforça o alerta de que cada modalidade tem uma lista própria de endereços em Porto Alegre. Além disso, no caso da gripe os públicos-alvo têm cronograma diferente e o procedimento não é realizado durante os fins de semana.

Segundo as autoridades, essa separação dos locais tem por base critérios como estrutura, facilidade de acesso e segurança, sendo que apenas três unidades (Centros de Saúde Modelo, IAPI e Santa Marta) concentram ambos os serviços. O principal objetivo é evitar aglomerações de pessoas.

A vacina contra a gripe é fornecida de segunda a sexta-feira (8h-17h) em 40 postos de saúde, ao passo que as injeções contra a covid são aplicadas em outras 30 unidades (8h-17h), além de drive-thrus (geralmente três de forma simultânea) e farmácias parceiras para segmentos profissionais específicos. Os endereços podem ser conferidos no site prefeitura.poa.br.

Na primeira etapa da vacinação contra a gripe, que prossegue até 10 de maio, o alvo são crianças de 6 meses a 6 anos, gestantes, puérperas (que deram à luz recentemente), indígenas e trabalhadores da área de saúde. É recomendável portar a caderneta de controle junto com o documento de identificação.

Etapas

Segundo a chefe da Divisão de Vigilância Epidemiológica do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs), Tani Ranieri, a imunização contra a gripe não protege o indivíduo contra o coronavírus, mas contribui de forma decisiva para evitar a sobrecarga do sistema de saúde. A campanha é anual e tem três etapas em 2020:

– 1ª etapa: de 12 de abril até 10 de maio: Crianças acima dos 6 meses e menores de 6 anos – 765.827; Gestantes e puérperas – 117.541; Trabalhadores da saúde – 361.210; e Povos indígenas – 30.347;

– 2ª etapa: de 11 de maio até 8 de junho: Pessoas acima dos 60 anos – 2.143.707; Professores – 141.254;

– 3ª etapa: de 9 de junho até 9 de julho: Pessoas com comorbidades – 777.224; Pessoas com deficiência permanente – 399.436; Caminhoneiros – 111.289; Trabalhadores de transporte coletivo – 42.831; Trabalhadores portuários – 4.051; Forças de segurança e salvamento – 31.489; Forças Armadas – 38.899; Funcionários do sistema prisional – 4.881; e População privada de liberdade – 40.099.

A meta de vacinação é atingir 90% de cada um destes grupos prioritários: crianças, gestantes, puérperas, idosos, povos indígenas, professores e trabalhadores da saúde.

Municípios têm autonomia para definir a data do “Dia D” de mobilização da vacinação contra a gripe e para definir as estratégias de alcance ao público-alvo, locais e equipes de profissionais convocados, conforme a realidade local e recursos disponíveis.

O Estado recomenda, porém, utilizar sistema de agendamento, horário estendido nas unidades de saúde, parcerias com instituições e outros setores, vacinação fora dos postos e busca ativa. Também é necessário organizar a vacinação de modo a evitar aglomerações e realizar demais ações para prevenir o contágio de Covid.

(Marcello Campos)

 

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