Sexta-feira, 31 de julho de 2026
Por Redação O Sul | 31 de julho de 2026
A seleção da França tem um novo escudo. A Federação Francesa de Futebol (FFF) apresentou na quarta-feira (29) uma atualização da identidade visual da equipe nacional, com alterações no desenho do tradicional galo gaulês e na composição do emblema.
Entre as principais novidades está a mudança na orientação do galo, que agora aparece voltado para a esquerda. O símbolo também recebeu um redesenho, com traços mais simples e uma aparência mais moderna. A direção é a mesma adotada no emblema utilizado nos uniformes da seleção.
Outra alteração está na retirada do hexágono que fazia parte do escudo anterior. O formato estilizado fazia referência ao contorno geográfico da França e deixou de integrar a nova versão do símbolo.
Na parte inferior, a sigla FFF aparece acompanhada da palavra “FRANCE”, escrita em arco. Os elementos foram organizados em tons dourados sobre um fundo azul, mantendo a combinação de cores tradicionalmente associada à seleção.
As duas estrelas que representam os títulos conquistados nas Copas do Mundo de 1998 e 2018 permanecem na parte superior do escudo.
A atualização faz parte de uma reformulação da identidade visual da seleção francesa, que mantém os principais símbolos históricos do time, mas adota uma composição mais limpa e com maior destaque para o nome do país.
Novo treinador
A Federação Francesa de Futebol oficializou, ´na terça-feira, o nome do ex-meio-campista Zinédine Zidane como novo treinador da equipe nacional. Principal candidato para substituir Didier Deschamps, ele concedeu a primeira entrevista coletiva na nova função em Paris. O ex-craque assinou vínculo até 2030.
“É um sonho que se torna realidade. Recebi propostas nos últimos quatro ou cinco anos para assumir clubes, mas recusei todas as ofertas para treinar a seleção francesa. Era o objetivo que queria cumprir depois da passagem pelo Real Madrid. É o ápice. Comecei nas categorias de base, passei por todas as etapas do processo até chegar ao time principal”, afirmou Zidane bastante emocionado.
Aos 54 anos, Zidane chega para ocupar o posto de um antigo companheiro de seleção nos tempos de jogador. Em 98, Zidane e Didier Deschamps estiveram no time campeão do primeiro título mundial, conquistado em 98, em cima do Brasil, com um contundente 3 a 0 na decisão. Após 14 anos no posto, o ex-treinador deixou a seleção com o quarto lugar da França nesta Copa do Mundo.
Ciente da responsabilidade de manter o time nacional entre as melhores do planeta, Zidane comentou sobre o desafio que o espera e exaltou ou ex-companheiro.
“Queria parabenizar o Didier Deschamps e toda a sua equipe por tudo o que ele fez nesses 14 anos. Parabéns por tudo o que você fez, todos são gratos pelo seu trabalho. Agora, algo novo começará, mas sempre com o mesmo objetivo: ver a seleção francesa vencer. Caberá a mim liderar esta equipe para que continuemos vencendo. Deschamps fez coisas incríveis e cabe a mim que continuemos vencendo”, afirmou.
Pouco antes da coletiva de imprensa, Philippe Diallo, presidente da Federação Francesa de Futebol, fez uma homenagem ao antigo técnico. “Nesses 14 anos, Deschamps recuperou a nossa imagem e trouxe de volta o respeito e ótimo desempenho esportivo. Com o fim deste ciclo, é importante que haja esse reconhecimento”, disse o mandatário.
Neste período, o ex-treinador liderou a seleção na conquista da Copa do Mundo de 2018, na Rússia, e ganhou a Liga das Nações de 2021. Já Zidane, que se aposentou dos gramados em 2006, tem como ponto alto na carreira o tricampeonato da Champions League como ponto alto da carreira. Agora, o seu primeiro desafio vai ser focado na Liga das Nações, que terá início em setembro. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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