Domingo, 13 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 9 de fevereiro de 2025
Lula já afirmou, porém, que, se depender dele, não haverá uma nova medida fiscal.
Foto: Marcelo Camargo/Agência BrasilSe a equipe do presidente Luiz Inácio Lula da Silva não adotar novas medidas para cortar gastos públicos, o próximo governo que for eleito em 2026 e tomar posse em 2027 pode enfrentar dificuldades já no primeiro ano do mandato – independentemente de quem seja o presidente.
A conclusão é de um estudo do Núcleo de Economia e Assuntos Fiscais da Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira (Conof) do Senado Federal, assinado pelos analistas Dayson Pereira de Almeida e Paulo Bijos – este último, secretário de Orçamento Federal do Ministério do Planejamento até julho do ano passado.
“A situação discricionária [de gastos não obrigatórios] do orçamento federal já pode ser avaliada como crítica, especialmente a partir de 2027, com tendência de agravamento acelerado ao longo do horizonte projetado”, diz o estudo.
Lula já afirmou, porém, que, se depender dele, não haverá uma nova medida fiscal. “Não tem outra medida fiscal. Se, durante o ano, a necessidade de fazer [outra] se apresentar, vamos reunir. Se depender de mim, não tem outra medida fiscal”, disse ele, no fim de janeiro.
A lógica é que os gastos obrigatórios, que têm regras específicas fixadas em leis, continuarão crescendo nos próximos anos — mesmo considerando o alívio trazido pelo pacote de cortes de gastos do fim de 2024.
Com isso, aquilo que o governo não pode cortar começará a ocupar, progressivamente, o espaço dos gastos livres dos ministérios, chamados de “discricionários”.
O arcabouço fiscal, regra aprovada em 2023, prevê que a maior parte das despesas do governo não pode crescer mais do que 2,5% ao ano acima da inflação. O crescimento gradual das despesas obrigatórias, que sobem acima de 2,5% ao ano, faz com que elas consumam aos poucos os recursos disponíveis para os gastos livres dos ministérios. Por isso, se nada for feito com o passar do tempo, haverá uma “paralisia” da máquina pública.
Pelos cálculos da Consultoria do Senado, esse risco de paralisia do governo se intensifica a partir de 2027 – quando assume um novo governo e, também, quando as despesas com precatórios (decisões judiciais) terão que entrar na meta fiscal.
O espaço para gastos livres dos ministérios projetado pela Consultoria para 2027 é de R$ 29,6 bilhões, considerado pequeno para o atendimento de todas as demandas. A partir de 2029, o espaço fica negativo, ou seja, não poderão ser reservados mais valores para essas despesas.
O temor é de que o arcabouço fiscal tenha que ser abandonado. Isso pressionaria ainda mais para cima o endividamento brasileiro, resultando em taxas de juros maiores ao setor produtivo e às pessoas físicas.
Os gastos obrigatórios, que seguem crescendo, são:
– previdenciários, como aposentadorias e assistência, estimados em mais de R$ 1 trilhão em 2025;
– com servidores (R$ 413 bilhões neste ano);
– com seguro-desemprego e abono salarial;
– da reserva de R$ 38 bilhões para emendas obrigatórias (individuais e de bancada), que podem chegar a cerca de R$ – 50 bilhões com a inclusão das emendas de comissão.
Já os gastos livres, que seriam afetados pelo crescimento dos obrigatórios, incluem:
– verbas para a defesa agropecuária;
– bolsas do CNPq e da Capes;
– investimentos em infraestrutura;
– Pronatec;
– emissão de passaportes;
– programa Farmácia Popular;
– bolsas para atletas;
– fiscalização ambiental e do trabalho, entre outros.
A conclusão dos analistas do Senado Federal é que a equipe econômica deve seguir insistindo em políticas de austeridade fiscal e que cortem gastos considerados mais altos que o necessário – mesmo sofrendo resistência do próprio presidente Lula.
Entre as áreas que podem passar por uma revisão estão a Previdência Social, a folha de pagamento dos servidores, o abono e o seguro-desemprego, entre outros.
“Um horizonte temporal adequado para a apresentação de medidas estruturais dessa natureza seria até 15 de abril de 2025, que é a data limite para o encaminhamento do projeto de lei de diretrizes orçamentárias da União para 2026 (PLDO 2026) ao Congresso Nacional.”, avaliaram os consultores do Senado.
A explicação é que o PLDO é o “instrumento eleito pelo arcabouço constitucional e legal do país para o trato da questão fiscal orçamentária no médio e longo prazos”.
Com novas medidas de controle dos gastos obrigatórios aprovadas, haveria espaço nos próximos anos para manter as despesas livres dos ministérios e, consequentemente, a máquina pública operando normalmente, sem “paralisia”;
Ao mesmo tempo, não haveria necessidade de acabar com o arcabouço fiscal, aprovado em 2023, que prevê um limite anual para crescimento dos gastos públicos (de até 2,5% acima da inflação).
Uma previsibilidade maior sobre o comportamento da dívida pública brasileira conferiria algum tipo de segurança para os investidores — que, em tese, se sentiriam menos compelidos a cobrar juros mais altos (que também são repassados às empresas e consumidores). As informações são do portal de notícias g1.
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O Brasil não é para amadores.. e as vossas senhorias vão deixar o circo pegar foto e só falando..pelo amor de Deus o que voces estão fazendo ai em Brasilia, alem das mamatas e falcatruas ??????????
É fácil de resolver, tira esse descondenado do poder….
DESGRAÇA de DESgoverno lulopetista PERDULÁRIO, destruidor da responsabilidade fiscal e saqueador do dinheiro público!
Lula, seja humilde pela primeira vez na vida, chama o Paulo Guedes meu presidente despreparado e incompetente.
“consultores do senado” kkkkkkkk
“paralisia do 2027” kkkkkkkk
Arthur Dando, arruma uma mulher que o teu desgosto pela vida passa kk
Olhando para a tua cara , vejo a cara do Fracasso…
Que pena tenho da tua familia….da tua Esposa….Que foi obrigada a “viver” com isso….
VC É A CARA DO LULISMO…És um estrume…
Curral do GADO, rede Pampa.
Did, infelizmente começo a crer que é demais pra ele… ele usa como desculpa a sua ignorância para não pensar…
Rosinha babão analfabeto do descondenado, tem roubalheira nas estatais, tem 40 ministérios para acomodar os cumpanheros, tem a esbanja, ..então cego acorda …
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Corta as Emenda Parlamentar/
50 Bilhões de Emendas?
Ten Deputado Negociando /
Emenda ?
Ten 180 a 200 Deputados e Senadores
Negociando Meio a Meio?
Esse Orçamento Secreto é /
Maior Roubalheira Desse País?
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Virou PreZidente do Senado? Parabéns!!!
Quen e O Pai Dessa Roubalheira Toda?
Artur Lira / PP
Ciro Nogera / PP
Rogério Marinho / PL
Pedro Luppion/ PP
Eu Prezidente do Senado?
Esse está até o Pescoço/
Con Rei do Lixo?
Já que você está me PERGUNTANDO eu respondo: NÃO!
Cai Fora o Filhote de Ditadura?
Mídia golpista e direita golpista querendo botar medo no povo. Não funciona mais, presidente da pampa. Pampa cheia de jornalistas vigaristas da direita golpista…mídia concedida para pilantragem de empresários vigaristas e antidemocrático.
Krause , não adianta tentar explicar. Essa AMEBA não sabe interpretar o que leu. Analfabeto funcional. É tão burro que votou no Mulaladrão.
Quem tá dizendo isso é o Senado federal, entendeu? Ou precisa explicar novamente.
Mídia golpista e direita golpista querendo botar medo no povo. Não funciona mais, presidente da pampa. Pampa cheia de jornalistas vigaristas da direita golpista…mídia concedida para pilantragem de empresários vigaristas e antidemocrático.
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Se cortassem pela metade os ministérios que só sanguessugam o Brasil, na sua maioria, acabassem os gastos desnecessários e as farras com o dinheiro público, terminassem com a corrupção desenfreada (marca registrada desse governo), colocassem gente competente para administrar o país, com certeza a situação mudaria como da água para o vinho.
Sempre foi assim….desde 2002….
Pegam o Brasil saudavel…
e
Devolvem o Brasil com CANCER…