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Agro Servidores da Secretaria da Agricultura do RS recebem treinamento em aviação agrícola

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Treinamento possibilitou a atualização dos servidores no modo de aplicação aéreo de agrotóxicos

Foto: Débora Tonon/Divulgação Sepadr
Treinamento possibilitou a atualização dos servidores no modo de aplicação aéreo de agrotóxicos. (Foto: Débora Tonon/Divulgação Sepadr)

Fiscais estaduais agropecuários e agentes de fiscalização da área vegetal do Departamento de Defesa Agropecuária da Seapdr (Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural do RS) receberam, recentemente, um treinamento de Boas Práticas em Tecnologia de Aplicação na modalidade aérea, nos municípios de Itaqui e Viamão. A finalidade foi a atualização na tecnologia frente às demandas de operacionalização e fiscalização na atividade.

Um grupo de 23 servidores aprenderam sobre inspeção da barra de pulverização, tipos de equipamentos, condições de aplicação, tecnologia embarcada e diâmetro mediano de gotas. O instrutor foi o engenheiro agrônomo Alisson Mota, da empresa AgroEfetiva, que desenvolve metodologias e pesquisa em aplicação segura de agrotóxicos.

Segundo o chefe da Divisão de Insumos e Serviços Agropecuários do DDA, Rafael Lima, o treinamento, que foi realizado em duas turmas de oito horas, possibilitou a atualização dos servidores no modo de aplicação aéreo, objetivando maior conhecimento ao serviço de fiscalização. “Esse trabalho foi importante para melhorar a identificação de casos de deriva de agrotóxicos e problemas na aplicação aérea de agrotóxicos”, afirmou.

O treinamento foi organizado pelo fiscal estadual agropecuário Juliano Ritter, de Itaqui, que atua na fiscalização de aplicação aérea de agrotóxicos com 70 aeronaves em sua região.

“A fiscalização da aplicação aérea de agrotóxicos é constante na Fronteira Oeste, em função das características da região. Nessas ações, buscamos identificar aplicações em desacordo com a legislação. O treinamento, além de possibilitar identificar aplicações com potencial de causar derivas, serviu para aprimorar e nivelar o conhecimento dos fiscais de diferentes regiões do Estado. Ganha o setor produtivo como um todo, que tem à sua disposição profissionais capacitados para o difícil trabalho de fiscalização de aplicações aéreas”, destacou Ritter.

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