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Política Simone Tebet diz que “maior missão” é “pacificar o País” ao falar pela primeira vez como pré-candidata à Presidência

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Confirmada pelo MDB para liderar projeto de terceira via afirma que durante a campanha vai falar "menos de Lula e Bolsonaro" e "mais do Brasil real"

Foto: Agência Senado
(Foto: Agência Senado)

Confirmada como pré-candidata à Presidência pelo MDB, a senadora Simone Tebet (MS) disse nesta quarta-feira (25), estar “honrada com a missão”. “Estou pronta, estou preparada, estou honrada com essa missão, ciente da responsabilidade e com fé em Deus que vamos para o segundo turno e depois do segundo turno o centro democrático vai ganhar essas eleições”, afirmou ela em entrevista coletiva em Brasília.

“Vamos falar menos de Lula e Bolsonaro e vamos falar mais do Brasil real.” A senadora destacou que sua maior missão é unificar o País: “A nossa missão é pacificar o Brasil com os brasileiros, dialogar com os brasileiros para resolver os problemas dos brasileiros”.

Simone Tebet reconheceu que não tem o apoio de todas as alas do MDB, mas disse que terá “unanimidade” na convenção partidária. A senadora afirmou ainda que o fato de ser “desconhecida” pode ajudá-la na campanha. “Isso pra mim é algo que me fortalece porque isso me permite dizer ao Brasil aquilo que queremos”, disse.

Nesta terça-feira (24), a Executiva Nacional do MDB e diretórios estaduais confirmaram a pré-candidatura presidencial da senadora. O encontro não contou com a presença dos diretórios do Ceará, de Alagoas e da Paraíba, que são publicamente contra a legenda ter uma candidatura própria e defendem o apoio da sigla à pré-candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O Cidadania também reuniu sua Executiva nesta terça e decidiu pelo apoio à pré-candidatura de Simone. “Com Simone Tebet, MDB, PSDB e Cidadania dão um passo concreto na direção da manutenção da democracia com um programa comum: projetar o Brasil do Século 21”, disse o presidente do partido, Roberto Freire, por meio de nota.

Apesar da decisão, o Cidadania está atrelado ao que o PSDB vai deliberar. Os dois partidos vão formar uma federação e precisam ter decisões conjuntas nas eleições nacionais, estaduais e municipais por no mínimo quatro anos. A sigla tucana, que também deveria ter divulgado sua decisão nesta terça, adiou o encontro da cúpula para a semana que vem devido a conflitos internos.

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