Quarta-feira, 04 de fevereiro de 2026
Por Redação O Sul | 4 de fevereiro de 2026
Ferramenta do INSS ajuda a estimar aposentadoria, mas dados incompletos no CNIS podem gerar cálculos errados e atrasar o pedido do benefício
Foto: Rafa Neddermeyer/Agência BrasilApós uma semana com os canais de atendimento fora do ar e a suspensão dos atendimentos presenciais, os serviços do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) voltaram a operar normalmente no País.
Entre eles, está o simulador de aposentadoria, que já pode ser acessado pelo site ou aplicativo a partir desta quarta-feira (4). A ferramenta faz sete tipos de cálculos, comparando as diferentes regras da Previdência para apontar quanto falta para atingir a idade mínima ou completar o número de contribuições exigidas.
E, para quem está a até cinco anos da aposentadoria, o sistema também mostra uma previsão do valor do benefício. Apesar disso, especialistas em direito previdenciário alertam que, em muitos casos, o simulador não revela, automaticamente, as informações corretas. Isso porque os dados do contribuinte no CNIS, o Cadastro Nacional de Informações Sociais, de onde o sistema pega as informações para calcular o benefício, podem estar desatualizados ou incompletos.
O simulador também não considera algumas particularidades dos contribuintes que garantem a aposentadoria mais cedo, como o caso de professores, de pessoas com deficiência ou que atuam expostas a algum agente nocivo à saúde. Por isso, antes de entrar com o pedido, é essencial checar e atualizar as informações do CNIS, no próprio site do INSS, e ter em mãos todos os documentos para comprovar possíveis condições especiais.
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