Respondendo a perguntas de seus fãs on-line, ela ponderou que, depois de uma carreira de 37 anos (desde a adolescência como cantora da banda Ton Ton Macoute), era “hora de relaxar e fazer outros sonhos se tornarem realidade”.
Sinéad O’Connor ainda consolou os fãs: “Não é uma notícia triste. São notícias maravilhosas. Um guerreiro sábio sabe quando ela ou ele deve recuar”.
Nos últimos anos, a cantora tem chamado mais atenção por anúncios controversos que por sua música. Ela se converteu ao islamismo e mudou duas vezes de nome desde 2017 (para Magda Davitt e Shuhada Sadaqat), além de ter se assumido lésbica, apenas para se desmentir dias depois. Há alguns anos, ela publicou um vídeo alarmante dizendo que pensava em se matar. A crise seria consequência de transtorno bipolar, que ela revelou, antes de se desmentir, afirmando que, após consultas com diferentes médicos, descobriu que o diagnóstico não era verdadeiro. Agora, ela diz que sofre com agorafobia, que é o medo de lugares e situações que possam causar pânico, impotência ou constrangimento.
Ela acaba de publicar seu livro de memórias, “Rememberings”.


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