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Tecnologia Site das Lojas Renner volta a funcionar após ataque hacker derrubar página por dois dias

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As lojas físicas da varejista não foram afetadas pelo ataque. (Foto: Divulgação/Renner)

O site das Lojas Renner voltou ao ar, dois dias depois de ser atingido por um ataque hacker do tipo ransomware. Este cibercrime consiste em “sequestrar” os dados por criptografia e pedir uma quantia de resgate para liberação.

Apesar de a página estar em funcionamento novamente, muitas áreas ainda operam com lentidão ou não estão disponíveis ainda. A mesma situação também se aplica a Camicado e Youcom, ambas controladas pela Renner.

O ataque de ransomware aconteceu na última quinta-feira (19) e derrubou o acesso a todo o site da varejista. A liberação aconteceria mediante ao pagamento de R$ 5,42 bilhões, segundo fontes ao site Livecoins.

Ao todo, mais de 2 mil servidores teriam sido afetados na invasão. No entanto, segundo a própria loja explicou em nota, os bancos de dados ficaram presentados, bem como as informações pessoais dos clientes. Além disso, nenhuma loja física teve seus sistemas interrompidos.

Ataque ransomware

O ransomware nada mais é do que um sequestro digital, no qual os cibercriminosos utilizam um software para segurar as informações e criptografar os dados com uma chave de acesso única.

Desta forma, a vítima acaba por ficar refém dos criminosos para conseguir as informações de volta. Com isso, os bandidos pedem uma quantia de resgate, muitas vezes solicitada em criptomoedas, para evitar que se faça o rastreio da transação.

Especialistas chegaram a alertar em outubro do ano passado que a prática criminosa estava avançando especialmente contra empresas, governos e até hospitais – mesmo em meio à pandemia. Além disso, o Brasil é líder em casos desse tipo na América Latina.

No último dia 13, um ataque de ransomware à rede interna da Secretaria do Tesouro Nacional foi detectado pelo Ministério da Economia. Em nota, a pasta divulgou que “medidas de contenção foram imediatamente aplicadas” ao acionar a Polícia Federal e o ocorrido não gerou danos aos sistemas.

Em vista das numerosas invasões aos sistemas do Governo do Brasil, o Ministério da Economia informou que medidas saneadoras foram tomadas, que não forneceria mais detalhes a respeito do incidente, mas explicita que investigações seriam promovidas.

Nesta primeira etapa, avaliou-se que a ação não gerou danos aos sistemas estruturantes da Secretaria do Tesouro Nacional, como o Sistema Integrado de Administração Financeira (SIAFI) e os relacionados à Dívida Pública.

Em maio, outro tipo de ataque hacker foi responsável por causar a queda das operações do site do Supremo Tribunal Federal (STF). Dois meses depois, a Operação LEET, autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, identificou endereços dos possíveis criminosos autores e resultou na apreensão de três suspeitos.

Pesquisas revelam que o País foi um dos mais afetados por malware no ano de 2020. A segurança corporativa foi uma questão levantada durante o período de isolamento social acarretado pela pandemia de coronavírus, mas ocorrências dessa natureza não são raros no âmbito governamental.

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