Quarta-feira, 27 de maio de 2026

Porto Alegre
Porto Alegre, BR
16°
Fair

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Esporte Suíça extradita aos EUA primeiro dos sete suspeitos de corrupção na Fifa

Compartilhe esta notícia:

Ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol, José Maria Marin tenta evitar extradição. (Foto: Tânia Rêgo/ABr)

A Justiça da Suíça informou nessa quinta-feira que extraditou para os Estados Unidos um dos sete dirigentes acusados do maior caso de corrupção da história do futebol mundial. No comunicado divulgado pelo Judiciário não foi divulgado o nome do extraditado.

“O primeiro dos sete dirigentes da Fifa [entidade máxima do futebol] mantidos sob custódia na Suíça foi extraditado para os EUA em 15 de julho”, informou a nota. “Ele foi entregue a uma escolta de três policiais dos EUA em Zurique que o acompanharam em um voo para Nova York.”

De acordo com a agência de notícias Reuters, o dirigente extraditado foi Jeffrey Webb, ex-vice-presidente da Fifa e presidente da Concacaf (Confederação de Futebol da América do Norte, Central e Caribe). Na semana passada, Webb havia concordado em ser extraditado aos EUA para enfrentar acusações de corrupção.

Webb estava preso na Suíça desde o dia 27 de maio após uma operação surpresa da polícia suíça realizada a pedido das autoridades dos EUA. Além de Webb, os outros seis cartolas presos são o brasileiro ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol José Maria Marin, Eduardo Li, Julio Rocha, Costas Takkas, Eugenio Figueredo e Rafael Esquivel.

José Maria Marin

Na terça-feira, Marin foi ouvido por autoridades da suíça pela primeira vez desde a sua detenção. Segundo seus advogados, ele foi questionado se sabia dos crimes que foi acusado. O dirigente respondeu que sim. A defesa do dirigente tem até o dia 28 de julho para apresentar uma defesa técnica contra a extradição. (Folhapress)

tags: futebol

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Esporte

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

O juiz Sérgio Moro defende a gravação de conversas entre presos e advogados para prevenir o envio de “recados” para cúmplices
Delator diz que pagou propina de 5 milhões de dólares ao presidente da Câmara dos Deputados
Pode te interessar