Terça-feira, 19 de maio de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Brasil Supremo dá mais cinco dias para governo explicar prioridade da vacinação contra o coronavírus

Compartilhe esta notícia:

O STF já havia decidido, no dia 8, dar cinco dias de prazo para o governo explicar a fila de prioridades. Na foto, o ministro Ricardo Lewandowski

Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF
"O que nós esperamos das autoridades é que elas façam um esforço concentrado realmente para adquirir vacinas", declarou o ministro. (Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF)

O ministro Ricardo Lewandowski, do STF (Supremo Tribunal Federal), concedeu à AGU (Advocacia-Geral da União), nesta sexta-feira (19), mais cinco dias para divulgação da ordem de preferência entre os grupos prioritários de vacinação contra a Covid-19.

O STF já havia decidido, no dia 8, dar cinco dias de prazo para o governo explicar a fila de prioridades. De acordo com a decisão desta sexta, a AGU apresentou documentos e pediu um prazo maior para poder complementar as informações “porque nos últimos dias foram recebidos novos dados e novos pleitos de reajustamento no PNI (Programa Nacional de Imunização)”.

Após avaliar que as informações fornecidas foram insuficientes, já que não esclareceram com critérios técnico-científicos quais grupos terão preferência na vacinação, dentro dos considerados prioritários, o relator atendeu ao pedido da AGU.

A decisão do ministro se baseou em um pedido feito pela Rede Sustentabilidade, para que o STF determine ao governo a apresentação de uma previsão de organização da vacinação, com critérios objetivos, dentro de cada grupo de risco.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Brasil

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

África e Américas do Sul e Central somam só 6% das vacinas contra o coronavírus aplicadas no mundo
“É o pior momento que enfrentamos”, afirma o governador Eduardo Leite, sobre situação da pandemia no Rio Grande do Sul
Pode te interessar