Quarta-feira, 11 de março de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Política Supremo marca julgamento de denúncia contra Eduardo Bolsonaro por coação no processo da trama golpista

Compartilhe esta notícia:

O julgamento foi marcado nesta segunda-feira (3), depois que o ministro Alexandre de Moraes, relator do processo, liberou o caso para ser incluído na pauta.

Foto: ABr
O julgamento foi marcado nesta segunda-feira (3), depois que o ministro Alexandre de Moraes, relator do processo, liberou o caso para ser incluído na pauta. (Foto: ABr)

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) vai decidir no plenário virtual, entre os dias 21 de novembro e 1º de dezembro, se recebe ou não a denúncia contra o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) por coação no processo da trama golpista.

Se a denúncia for recebida, uma ação penal será aberta e, ao final do processo, o deputado pode ser condenado a até quatro anos de reclusão.

O julgamento foi marcado nesta segunda-feira (3), depois que o ministro Alexandre de Moraes, relator do processo, liberou o caso para ser incluído na pauta.

Na modalidade virtual, os ministros registram os votos no sistema online sem debate em tempo real, seja por videoconferência ou presencial. A tendência é que a denúncia seja recebida por unanimidade.

Participarão do julgamento os ministros Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino. A Primeira Turma está desfalcada desde que o ministro Luiz Fux pediu transferência do colegiado. Os julgamentos ocorrem normalmente mesmo com um ministro a menos.

Eduardo está há oito meses nos Estados Unidos. Ele não constituiu advogado no processo e, por isso, é presentado pela Defensoria Pública da União.

O deputado foi notificado do processo por edital, a partir da publicação da intimação no Diário Oficial e em jornais de grande circulação, porque o oficial de Justiça não conseguiu entregar o documento em seu gabinete e no endereço residencial em Brasília.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou Eduardo e Paulo Figueiredo pela articulação nos Estados Unidos de sanções contra o STF. Segundo o procurador-geral da República Paulo Gonet a campanha teve como objetivo pressionar os ministros a não condenar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por trama um golpe.

Para o procurador-geral, ficou comprovado que Eduardo e Paulo Figueiredo se valeram de contatos no governo Donald Trump para “constranger a atuação jurisdicional” do Supremo Tribunal Federal.

Neste momento, a Primeira Turma do STF vai analisar a denúncia apenas em relação a Eduardo. As acusações foram desmembradas porque Paulo Figueiredo não tem endereço cadastrado no Brasil para ser intimado e, por isso, a notificação formal do blogueiro depende de cooperação internacional, o que torna o processo mais lento.

(Com informações do O Estado de S.Paulo)

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Política

Hugo Calderano e Bruna Takahashi estreiam no WTT Champions Frankfurt em busca de glória inédita
Porto Alegre registra 42.119 doses de vacinas aplicadas na campanha de multivacinação
Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Pode te interessar