Domingo, 07 de junho de 2026

Porto Alegre

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Brasil Supremo suspende julgamento de regra que impede militares casados ou com filhos de fazerem formação em regime de internato

Compartilhe esta notícia:

A vaga a ser deixada por Barroso tem ao menos três principais postulantes. (Foto: Reprodução)

O Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu o julgamento de um recurso que questiona a validade de uma regra do Estatuto dos Militares, prevista na lei 6.880, de 1980. A norma impede que pessoas casadas, em união estável ou com filhos ingressem em cursos de formação de oficiais e de praças que exijam regime de internato, que pode durar de dois a cinco anos.

O processo, que tramita sob o Recurso Extraordinário (RE) 1530083, tem repercussão geral reconhecida, ou seja, a decisão da Corte será aplicada a casos semelhantes em todas as instâncias da Justiça. Na sessão, o relator e ministro, Luiz Fux, apresentou um resumo do caso, seguido pela manifestação das partes. Os votos dos ministros ainda não têm data para serem apresentados.

A defesa do autor do recurso sustenta que a exigência é discriminatória e viola princípios constitucionais, como a dignidade da pessoa humana e o direito à proteção da família. O argumento de que outras profissões também exigem longos períodos de afastamento, e nem por isso restringem a constituição familiar foi defendido pelos advogados Flávio André Alves Britto e Vinicius Lúcio de Andrade.

O defensor público Leonardo Cardoso de Magalhães acrescentou que a escolha de casar, ter filhos ou adotar pertence à esfera privada e não pode ser condicionada ao acesso a uma carreira pública.

A União, por sua vez, defendeu a manutenção da regra. A advogada Ana Luiza Kubiça afirmou que a rotina dos cursos militares de internato inviabiliza a convivência familiar, o que comprometeria tanto a formação quanto os deveres de proteção à família.

A advogada apontou que o tratamento diferenciado aos militares é previsto na Constituição e visa garantir a excelência da formação.

Até o fechamento dessa reportagem, o STF não divulgou uma nova data para a retomada do julgamento.

O caso concreto trata de um militar casado que buscava anular edital do Curso de Formação e Graduação de Sargentos, que vedava a participação de candidatos casados ou com filhos.

O pedido foi negado pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5). Com informações do portal Extra.

Reajuste

Segundo a Federação Nacional dos Trabalhadores do Judiciário Federal e Ministério Público da União (Fenajufe), o Supremo Tribunal Federal (STF) encaminhou uma consulta aos órgãos do Poder Judiciário da União (PJU) para analisar a viabilidade de uma proposta de reajuste salarial de 24% para servidores do Judiciário Federal.

Importante ressaltar que a proposta, caso se confirme, ainda precisará ser deliberada pelo Plenário da Corte para, somente depois, ser encaminhada ao Congresso Nacional. Dessa forma, os servidores não devem esperar a incorporação dos valores a curto prazo. (Com informações dos portais Extra e Metrópoles)

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Brasil

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Presidente da Comissão de Agricultura quer vetar destinação de verbas ao MST no orçamento de 2026
Governo teme nova derrota no Congresso, agora sobre a conta de luz
Pode te interessar