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Brasil “Tá uma confusão danada”, disse o ex-ministro Gilberto Gil sobre a política no Brasil

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Gilberto Gil foi homenageado pela Vai-Vai, em São Paulo, que contou momentos desde a infância, passando pela ditadura e pelo período em que foi ministro da Cultura. (Foto: Reprodução)

Na primeira noite de desfiles das escolas de samba de São Paulo, na sexta-feira, um dos camarotes mais concorridos, de uma marca de cerveja, ferveu. Para a alegria dos foliões presentes, quem esteve por lá foram os músicos Gilberto Gil e Zeca Pagodinho, atrações especiais e exclusivas que animaram a galera.
Era um “aquece” para Gil, que desfilou de branco pela Vai-Vai, como homenageado da escola, na madrugada de domingo.

Enquanto curtia a folia no camarote, ao lado amigo Zeca Pagodinho, Gilberto Gil falou um pouco sobre a situação do País, com o jornal Folha de S.Paulo.

“Vai falar com o Gil???”, disse, em tom de brincadeira, o sambista Zeca Pagodinho, que cantou com o baiano no camarote Brahma na madrugada de sábado. Gilberto Gil estava a mil. Além do show, ele ainda desfilaria pela Vai-Vai no domingo, participaria de um bloco no centro de São Paulo nesta segunda-feira e na terça-feira sairia no Afoxé Filhos de Gandhy, em Salvador, na Bahia.

1 – Pelo visto a saúde está ótima.
Graças a Deus! O que está achando do Carnaval deste ano? Eu tenho a impressão que o Carnaval, no ano passado, se ressentiu muito da situação geral do Brasil. Esse ano ele já retomou sua autonomia. Eu tenho essa sensação.

2 – O senhor acha que País está melhorando?
Tem um lado do Brasil que está bom sempre.

3 – Que lado é esse?
É um lado que não é necessariamente territorializado. Está em fragmentos e o Carnaval é um desses fragmentos importantes. Especialmente todas essas coisas que pertencem à dimensão da celebração, da alegria. Nesse sentido o Brasil está sempre bem.

4 – E na política?
A política tá uma confusão danada. Não só no Brasil, né? O mundo está complicado.

5 – O que achou da condenação do Lula?
Controversa. Há aspectos que por causa do envolvimento, em torno dele, de várias irregularidades etc. Mas tem o aspecto jurídico, propriamente, que é controverso. Há opiniões categóricas que dizem que ele não deveria ser condenado. O lado político parece prevalecer com mais força do que o jurídico.

6 – Chegou a falar com ele?
Depois da primeira condenação, sim. Dessa segunda instância, ainda não. [Vou falar com ele] Na hora em que eu encontrá-lo.

7 – Como será 2018?
Igual a todos os outros anos. Vive-se. Morre-se. Tem que viver de um jeito bonito.

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