Segunda-feira, 29 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 22 de janeiro de 2026
A declaração ocorre em meio a rumores sobre uma eventual candidatura de Tarcísio à Presidência da República
Foto: Pablo Jacob/GovSPO governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou ser pré-candidato à reeleição ao governo do estado e negou especulações sobre outros planos eleitorais.
Em uma publicação nas redes sociais, ele escreveu:
“Sou candidato à reeleição do governo do estado de São Paulo e irei trabalhar sempre por uma direita unida e forte para tirar a esquerda do poder. Qualquer informação diferente desta não passa de especulação. Irei visitar o presidente Bolsonaro, a quem sou e serei grato e leal, na próxima quinta-feira para prestar o meu total apoio e solidariedade.”
A declaração ocorre em meio a rumores sobre uma eventual candidatura de Tarcísio à Presidência da República em 2026, hipótese ventilada por aliados do bolsonarismo nos bastidores. Na terça (20), Tarcísio havia adiado a visita a Bolsonaro na unidade prisional conhecida como Papudinha, em Brasília, prevista para esta quinta.
Segundo informações do Palácio dos Bandeirantes, Tarcísio pediu que o encontro previsto para ocorrer na próxima quinta (22) fosse adiado devido a “cumprimento de compromissos em São Paulo”. A visita havia sido autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e ocorreria entre 8h e 10h.
Tarcísio decidiu adiar a visita após declarações do senador Flávio Bolsonaro ao jornal O Globo, nas quais afirmou que o governador deveria aproveitar a conversa com o pai para garantir apoio explícito à sua pré-candidatura presidencial e comunicar, de forma definitiva, a decisão de disputar a reeleição em São Paulo.
Nos bastidores, fontes do Palácio dos Bandeirantes avaliam que a ausência de compromissos públicos funcionou como um recado à família Bolsonaro. Interlocutores afirmam que Tarcísio ficou desconfortável com a pressão pública para declarar apoio explícito à pré-candidatura de Flávio ao Planalto, sobretudo via redes sociais.
Pessoas próximas ao governador relatam que a visita teria inicialmente o objetivo de prestar solidariedade pessoal a Bolsonaro e tratar dos próximos passos para viabilizar a transferência do ex-presidente para prisão domiciliar. Segundo relatos, o cancelamento ocorreu após a declaração do “01” de que a conversa poderia ser usada para “enquadrar” politicamente o governador.
O adiamento da visita também aprofundou o racha interno na direita, que passou a adotar diferentes tons em meio ao receio de inviabilizar a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência. O cancelamento do encontro foi interpretado pelo núcleo mais próximo a Bolsonaro como um gesto de distanciamento, reacendendo disputas públicas e nos bastidores sobre quem deve liderar o campo conservador em 2026, em oposição à candidatura de Lula à reeleição.
Flávio Bolsonaro chegou a dizer que o encontro serviria para reforçar ao governador a orientação de disputar a reeleição em São Paulo, o que teria irritado Tarcísio.
Nesta quinta (22), o ex-vereador Carlos Bolsonaro publicou nas redes sociais um apelo à união e ao amadurecimento, afirmando que o foco da família está na recuperação de Bolsonaro e defendendo coesão para garantir mudanças políticas. Ele destacou que “o mais importante não é ter razão, mas garantir que o povo participe cada vez mais da construção daquilo que deseja”.
O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante, buscou reduzir a tensão, elogiou Tarcísio e afirmou que o conflito com o presidente do Republicanos, Marcos Pereira, surgiu de uma frase tirada de contexto, cobrando união da centro-direita contra o PT. Em tom mais duro, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro disse que Tarcísio “não tem a opção” de se contrapor à candidatura do irmão Flávio.
Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!
Ele sabia que o chefe queria dar golpezinho de estado?
Trupe Mambembe
O plano desesperado para tirar Jair Bolsonaro da prisão acaba de virar um pesadelo jurídico sem precedentes. O que parecia ser um drama familiar após uma queda na cela foi desmascarado como uma farsa montada estrategicamente. A Polícia Federal provou que Michele Bolsonaro postou mentiras sobre o estado do marido antes mesmo de qualquer médico chegar. Agora, o feitiço virou contra o feiticeiro e o STF acaba de abrir uma investigação criminal contra médicos do CFM. O cerco fechou de vez e a verdade é devastadora. Confira os detalhes exclusivos no primeiro comentário.
Sério mesmo. O Ministério da Pessoas Retardadas (o Painho criou tantos Ministérios) tem que verificar a procedência da bolsa alfafa da EXTREMA ESQUERDA recebe. Foi aberto um procedimento de Investigação contra o CFM pelo Cabeça de Ovo Mor. pelo Conselho ter pedido uma sindicancia interna para investigar a demora do atendimento do ex-presidente Bolsonaro após queda. Quem costuma mentir pro marido é a Espenja quando visita o Macron (se é que o Painho não sabe). Mas como acreditar em um JORNAL ISENTO que chama um candidato a Presidência da República de “01”.