Quarta-feira, 27 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 8 de maio de 2018
Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.
A oposição ao presidente Michel Temer parece não ser inteligente no debate sobre a reforma da Previdência. Publicamente negam, mas, nos bastidores, todos os pré-candidatos admitem a necessidade de reformar o atual modelo de Previdência. Se tivessem viabilizado – e ainda há tempo – a proposta defendida por Temer, dariam ao atual presidente o apoio – e o ônus – ,e governariam com o bônus das mudanças no próximo ano.
Geraldo Alckmin apóia a reforma
O presidenciável Geraldo Alckmin está convencido de que, mesmo vencendo a eleição, não conseguiria governar se não estancar o déficit da Previdência Social. Ele já anunciou à sua equipe que vai defender a reforma da Previdência, mas seu discurso será cuidadoso: será focado na eliminação das distorções e dos privilégios.
Parcerias encalhadas
Dos 175 projetos do Programa de Parcerias e Investimentos do governo federal, lançado em setembro de 2016, apenas 42% deles foram concluídos, informa a Folha. Pelo levantamento, percebe-se que os investidores preferem apenas as parcerias na área de energia e petróleo. Já a concessão de estradas, rodovias e aeroportos ficou encalhada e demora a encontrar parceiros.
Presidenciáveis com os prefeitos
Os prefeitos de Porto Alegre, Canoas, Pelotas e Caxias do Sul foram convidados para a 73ª reunião geral da FNP (Frente Nacional de Prefeitos) em Niterói, no Rio de Janeiro, nesta terça-feira. A novidade é que, pelo menos 11 pré-candidatos ao Planalto já confirmaram presença. Cada um deles terá 40 minutos para uma exposição. No evento, os prefeitos das capitais e cidades médias divulgarão a “Carta de Niterói”, com a pauta de interesse dos municípios para a campanha presidencial. O evento terá transmissão ao vivo, pela internet. Estarão com os prefeitos Manuela D´Ávila (PCdoB), Geraldo Alckmin (PSDB), Afif Domingos (PSD), Rodrigo Maia (DEM), Marina Silva (Rede), Álvaro Dias (Podemos), Ciro Gomes (PDT), Guilherme Boulos (PSOL), Paulo Rabello de Castro (PSC), Aldo Rebelo (Solidariedade) e Henrique Meirelles PMDB). Jair Bolsonaro (PSL) ainda não confirmou.
Marina: “Não entendo e sou contra”.
Algumas declarações da pré-candidata presidencial Marina Silva, da Rede, demonstram porque diminuiu o entusiasmo do eleitor em relação à sua proposta. Domingo, 6, em Oxford, na Inglaterra, Marina disse que é contra a privatização da Petrobras. E, em relação ao setor elétrico, simplificou: é contra, porque “não entendo o que se está propondo”.
O centro começa a se unir?
Avançaram as conversas entre PSDB e MDB, e partidos como PP e PR também podem se aproximar desse diálogo. Mas por fora, cresce também a possibilidade de o PRB de Flávio Rocha se juntar ao PR e negociar com o partido do senador Álvaro Dias, do Podemos, uma aliança.
Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
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