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Política Tribunal Superior Eleitoral acolhe dez propostas dos militares para as eleições

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TSE acolheu 10 de 15 propostas feitas pelas Forças Armadas. (Foto: Reprodução)

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) acolheu, de forma completa ou parcial, 10 das 15 propostas feitas por representantes das Forças Armadas para as eleições, segundo um levantamento produzido pelo gabinete do presidente da corte, ministro Edson Fachin. Das restantes, quatro podem ser utilizadas no futuro e apenas uma foi rejeitada.

Segundo a análise, foram recebidas 44 sugestões de diversos representantes da sociedade para aprofundamento da transparência do processo eleitoral e 32 foram acolhidas parcial ou completamente, ou seja, 72% do total.

Das 15 recomendações feitas pelo general Heber Garcia Portella e do ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, representante das Forças Armadas na Comissão de Transparência nas Eleições (CTE), apenas uma foi rejeitada (a única entre as 44 recebidas pelo TSE). A sugestão pedia que o relatório de abstenções fosse disponibilizado à sociedade, assim como os dados sobre óbitos. Entre outros pontos, a análise do TSE considerou que a divulgação desse tipo de dado poderia atentar contra a Lei Geral de Proteção de Dados.

As sugestões acolhidas pelo Tribunal, em sua maioria, fazem referência à totalização e possibilidade de auditoria. A maioria delas, entretanto, já era prevista de acordo com o levantamento, como a atuação de empresa especializada de auditoria, contratada por partido político, ou a possibilidade de totalização paralela dos votos.

Algumas recomendações, entretanto, segundo a análise, não puderam ser realizadas neste ciclo eleitoral e, segundo o levantamento feito pelo Tribunal, serão estudadas para as eleições realizadas nos próximos anos, como a ampliação do Teste Público de Segurança, com a diminuição das restrições impostas aos investigadores.

Na quinta-feira, o ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, enviou um ofício ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Edson Fachin, em que insiste para que as sugestões feitas pelas Forças Armadas sobre “aperfeiçoamento e segurança do processo eleitoral” sejam apreciadas pela Corte Eleitoral.

Em maio, Fachin informou à Defesa que o período para mudança no pleito de 2022 já foi encerrado. Ao GLOBO, o TSE afirmou que recebeu o documento e que o material está sob análise.

No ofício, Nogueira de Oliveira afirma que as Forças Armadas foram elencadas como “entidades fiscalizadoras, ao lado de outras instituições, legitimadas a participar das etapas do processo de fiscalização do sistema eletrônico” pelo TSE, mas que, “até o momento”, as Forças Armadas “não se sentem devidamente prestigiadas por atenderem ao honroso convite do TSE para integrar a CTE”.

As Forças Armadas foram convidadas pelo ex-presidente da Corte Eleitoral, ministro Luís Roberto Barroso, a integrar o Comitê de Transparência das Eleições (CTE).

Sugestões

Nove meses depois da primeira reunião da Comissão de Transparência das Eleições (CTE), 32 propostas para melhorias na transparência das eleições de outubro – sendo 10 de representantes das Forças Armadas – foram acolhidas, total ou parcialmente, pelos ministros do Tribunal Superior Eleitoral – 72% do total de 44 sugestões.

Feitas também por especialistas sobre o tema, as propostas incluem questões como o aprimoramento do acesso aos dados das urnas e como tornar os resultados de testes de segurança mais didáticos e palatáveis ao cidadão comum, por exemplo.

Entre as sugestões acolhidas pelo TSE, está a do ministro da Defesa que pediu a atuação de “empresa especializada de auditoria, contratada por partido político”, nas etapas de verificação de votações. O TSE respondeu que a medida é possível, “observados os prazos e limites legais”.

Outra proposta aprovada pelo tribunal, de autoria da cientista Ana Paula da Hora, da Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro (FGV-Rio), sugere o detalhamento de forma didática para o público geral dos resultados do Teste Público de Segurança das urnas eletrônicas, de maneira que qualquer pessoa possa compreender como o sistema eleitoral reagiu a ataques forjados por especialistas.

O TSE informou que “as observações receberão tratamento por parte do tribunal” e que estuda maneiras de divulgação dos resultados do relatório final do último teste, de 30 de maio, de “forma didática, para o público em geral”.

Pedido por diversos especialistas, entre eles o professor André Luís Santos, da Universidade Federal de Pernambuco, a ampliação do acesso ao código-fonte dos softwares eleitorais fora das dependências do TSE também foi acolhida pelo tribunal, que já trabalha num projeto piloto para disponibilizar o código-fonte à universidade pernambucana, à Universidade de Campinas (Unicamp) e à Polícia Federal. Segundo o TSE, o projeto em parceria com um número reduzido de instituições “servirá como validação do modelo de análise do código-fonte por entidades externas”.

O TSE também acatou as sugestões do professor Bruno Albertini, da Universidade de São Paulo (USP), para publicar abertamente o Registro Digital do Voto (RDV), ou seja, o total de votos computados por urna eletrônica, de maneira que a leitura seja facilitada por buscas sob filtros como estado, município ou seção.

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Tecladista Flc
13 de junho de 2022 16:05

Não se questionou, porque estavamos sendo enganados, desde Sarney, ai entrou o PT e a roubalheira e corrupção ficaram escancaradas, começaram a brigar , e o Robertinho denunciou e a casa caiu, Bolsonaro havia ganhado no primeiro turno, mas tentaram fraudar as eleições de 2018, mas não deu certo, e desde a sua posse, os ataques e denúncias falsas comoçaram a surgir com apoio do STF, Imprensa corrupta e oportunista, mas também não deu certo, e ai soltaram o Ladrão Lula, mas também não esta dando certo, mesmo com pesquisas compradas pois os brasileiros não são bobos,o meliante não consegue… Leia mais »

João Souza
13 de junho de 2022 15:33

Porque o BOZTA não quer largar o osso porque ele e a familia vão pro xilindró.Tá bom pra tu? ou tem outra explicação? O LULADRÃO vai ganhar no 1 turno. Deus nos acuda.Nossa política só tem larápio .vigarista e milico puxa saco, e imprensa marron e comunista.

Adroaldo Mousquer
13 de junho de 2022 12:00

Durante mais de 30 anos ninguém questionou as urnas. Porque agora?

Fernando Garrido
13 de junho de 2022 13:15

As urnas são seguras….
O que não são seguros são os dedinhos do Fachin….kkkk
Se um hacker ficou por 8 meses zanzando dentro dos computadores do TSE e a sociedade não sabia (por quê?), é lógico que os dados podem ser manipulados. Por que sala secreta para apuração de votos? Antigamente, os TRE dos estados computavam os votos e mandavam para Brasília. A partir de 2018, os dados vão diretos para lá!!! Por que esta medida? Tem caroço nesse angu…. estamos de olho!!!

Asdrúbal Messias
14 de junho de 2022 01:41

Lula é um filho da puta, ladrão, cachaceiro, maconheiro, escória, corno da Marisa, ele prostituía ela para todos membros do PT, por décadas roubou dinheiro do povo, de todos os setores do país, lavador de dinheiro roubado do povo, quebrou a Petrobrás, roubou merenda escolar, robou oxigenio hospitalar, colocou os seus comparsas em altos cargos no governo para lhe ajudar a roubar mais ainda, é o chefe do mensalão, chefe do petrolão, roubou o dinheiro da Transposição do rio São Francisco, manteve o nordeste brasileiro na pobreza, sem água, sem educação, sem saúde e sem saneamento básico em troca de… Leia mais »

Austregésilo Silva
14 de junho de 2022 16:43

A receita para o Brasil é simples: Sem o Senado (4.800 servidores) Câmara (13.400) e STF (1350 servidores) com vencimentos de 10 a 60 mil cada, a serem substituido por 2 dúzias de juristas, economia será de 200 bilhões por ano. O STJ é 3ª instância. Nesse caso, até luladrão pode ser presidente, pois com seus 8 bilhões que já roubou, não acredito que precise de mais…SMJ

Asdrúbal Messias
16 de junho de 2022 16:15

Lula foi preso por mais de ano condenado por dezenas de juízes de várias instâncias por crimes de lavagem de dinbeiro, formação de quadrilha, corupção ativa e passiva, improbidade, enriquecimento ilícito. Foi solto por uma quadrilha de ministros indicados por ele. Lula e STF bando de filhos da puta.

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