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Mundo “Trump está interessado em se encontrar com Lula”, diz autoridade da Casa Branca

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A proposta de encontro presencial em uma cúpula no país asiático foi feita pelo governo brasileiro no começo do mês

Foto: Divulgação/Casa Branca/Ricardo Stuckert/PR
(Foto: Divulgação/Casa Branca/Ricardo Stuckert/PR)

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está interessado em se encontrar com o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, e o encontro pode ocorrer na Malásia, na próxima semana, disse uma autoridade da Casa Branca à agência de notícias Reuters nesta quarta-feira (22).

A proposta de encontro presencial em uma cúpula no país asiático foi feita pelo governo brasileiro no começo do mês. Poucos dias depois, os dois líderes conversaram por telefone e Trump classificou a ligação como “muito boa”.

De acordo com uma reportagem da agência Bloomberg sobre o possível encontro deles na Malásia, autoridades brasileiras acreditam que a cúpula da ASEAN (Associação das Nações do Sudeste Asiático), que ocorrerá a partir de 26 de outubro, seria um local neutro para as negociações, em vez da Casa Branca ou de Brasília.

Lula embarcou para a Ásia

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) embarcou nesta terça-feira (21) para uma viagem à Indonésia e à Malásia, para participar da reunião da cúpula da ASEAN. Segundo auxiliares de Lula, há disposição, tanto do governo brasileiro quanto do americano, para que a reunião presencial aconteça no evento. As equipes estão trabalhando para incluir o compromisso nas agendas oficiais.

O Itamaraty separou parte do domingo (26) para que o presidente Lula realize reuniões bilaterais. Até a manhã desta terça-feira, estava confirmado apenas um encontro com o primeiro-ministro Narendra Modi, da Índia.

A equipe do petista avalia que o encontro entre o presidente brasileiro e o presidente norte-americano no país asiático só depende de um “alinhamento de agendas”. Se de fato ocorrer, essa será a primeira reunião formal presencial entre Lula e Trump desde o início da crise do tarifaço.

Antes, os dois tiveram um rápido encontro nos corredores da Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas), em Nova York, em setembro. Na ocasião, Trump disse que teve “uma química excelente” com o presidente brasileiro, “que pareceu um cara muito agradável”.

“Reorganizar a relação”

A avaliação no Palácio do Planalto é que um encontro presencial entre os dois líderes, neste momento, leva as discussões para “um outro patamar” e é um passo importante para “reorganizar a relação entre Trump e Lula e a pauta entre os dois países”, após meses de tensão.

O Planalto entende que a relação está destravada, principalmente após a reunião “muito positiva” entre o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, e o chanceler brasileiro, Mauro Vieira.

Em julho, Trump anunciou tarifas de 50% a produtos brasileiros importados pelos EUA. Na ocasião, ele justificou a medida, em parte, pelo que classificou de “caça às bruxas” contra o ex-presidente Jair Bolsonaro. A medida entrou em vigor na primeira semana de agosto.

No telefonema no início do mês, Lula pediu para que o líder norte-americano revogasse o tarifaço. O apelo deve ser reforçado numa eventual conversa presencial entre os dois. Também devem ser pauta da conversa as medidas restritivas aplicadas contra autoridades brasileiras. Auxiliares de Lula não descartam que o presidente brasileiro aproveite a ocasião para falar também sobre as investidas de Trump contra Venezuela e Colômbia.

Lula já deixou claro, e deve seguir dizendo, que sua posição é contrária a qualquer tipo de tentativa de intervenção em países da América do Sul, como tem sinalizado o presidente dos Estados Unidos.

Isso porque o governo dos EUA tem travado uma ofensiva no mar do Caribe, perto da costa da Venezuela, com o argumento de mirar traficantes de drogas e um cartel que, segundo os americanos, seria comandado por Nicolás Maduro. Trump também atacou o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, ao chamá-lo de “narcotraficante”. Maduro e Petro negam as acusações.

Assessores do presidente aconselham, porém, que tudo seja feito em tom tranquilo, sem agressividade, com foco na negociação comercial para suspender a tarifa extra de 40% nas importações americanas de produtos brasileiros.

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Carlos Alberto Pugliese
22 de outubro de 2025 18:49

Qual autoridade da Casa Branca disse isso ? Esse jornaleco inventa noticia … O Itamaraty vai reservar espaço na agenda do Luladrão no evento asiatico pra que ? Só se for prá roubar caneta, o pinguço não tem nada prá fazer, é um arroz de festa que se acha líder mundial …. aliás, o que ele vai fazer numa renião de paises da Ásia ? É um intrometido …. e tem uns bolhas que gritam …. meu estadistaaaaaaaaaaaaa

Fernando Krause
22 de outubro de 2025 18:32

O “anão diplomático” acha que o Trump não sabe das delações do ex general venezuelano Hugo Carvajal à justiça dos EUA, que confirmou sobre o dinheiro do narcotráfico internacional de drogas ter financiado campanhas eleitorais ‘socialistas” na América Latina, incluindo o Brasil…
Só ler abaixo:
https://revistaoeste.com/…/preso-nos-eua-ex-general-da…/

Jorge Bressan
23 de outubro de 2025 00:08

Aí é que mora o perigo

Jorge Ferreira
23 de outubro de 2025 10:27

cuidado com a carteira trump

Gabriel Priebe
23 de outubro de 2025 21:29

Que lindo de ver os biroliro enfiando 4 dedos no cool de raivinha…

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