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| Últimas três capas do “The Economist” retratam declínio da imagem do Brasil no mundo

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Brasil perdeu o posto de "futura potência econômica" e se tornou "ameaça ao combate do aquecimento global e preservação do planeta". (Foto: Reprodução/ BBC News)

Uma das principais revistas voltadas à economia do mundo, a “The Economist”, retratou recentemente o Brasil como uma ameaça ao meio-ambiente. Na capa, o tronco de uma árvore com o formato do mapa do país, em um local de extrema seca, justificava o título da matéria: “Relógio da morte para a Amazônia”.

O artigo fez alusão à declaração do presidente Jair Bolsonaro, de que “infratores (desmatadores) não têm nada a temer”, pois a atual política ambiental possibilitaria a mineração em terras indígenas e a expansão de atividades voltadas à indústria na Amazônia. Uma edição recente do The New York Times, publicada em 28 de julho deste ano, relatou que, se anos atrás o país era visto como liderança na preservação do meio-ambiente, hoje o governo Bolsonaro coloca essa imagem “em xeque”, com o título: “Sob líder de extrema-direita brasileiro, proteções à Amazônia são cortadas e florestas caem”.

Há exatos 10 anos, o Brasil ilustrou a capa da mesma revista, que trouxe o Cristo Redentor em forma de “foguete”, acompanhado do título “Brasil decola”. Nesta edição, o país era apresentado como uma futura potência econômica. Uma segunda aparição apontou a nação como uma economia desgovernada, em 2013. Nesta capa, o foguete “Cristo”, que antes decolava, aparecia dando voltas ao redor de si mesmo. O texto questionava se o Brasil teria jogado fora a chance de ser o “país do futuro”.

tags: Brasil

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