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Mundo Uruguai deve ser o primeiro país a ter passaporte covid na América Latina

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Enquanto União Europeia se prepara para adotar seu certificado, Bolsonaro afirma que vetará proposta aprovada no Senado. (Foto: Reprodução)

O Uruguai pode ser o primeiro país da América Latina a adotar o passaporte covid-19 para viagens internacionais. O documento incluirá, entre outras informações, o histórico de testes de coronavírus.

“A intenção é continuar avançando para instrumentalizar essas ferramentas tecnológicas que nos permitirão, no momento de abrir nossas fronteiras, fazê-lo de forma segura e confiável”, diz Remo Monzeglio, vice-ministro do Turismo do Uruguai. As informações são do Valor.

O governo pretende combinar o que vem chamando de “passe verde” (para estabelecimentos, eventos e deslocamentos internos) e o passaporte sanitário, que é utilizado para residentes entrarem no Uruguai mediante teste negativo de covid-19 feito 72 horas antes. “Isso permitirá a coexistência de pessoas vacinadas e não vacinadas, em proporções razoáveis.

Ainda não se sabe se terá acesso ao passaporte covid só quem foi vacinado ou também quem teve contato com o coronavírus e se recuperou. O país quer começar a testar o certificado digital em junho.

Japão

O Japão está planejando a criação de um passaporte para facilitar que pessoas vacinadas contra a covid-19 viajem ao exterior.

Fontes do governo ouvidas pela agência japonesa Kyodo News disseram que os passaportes devem ser incluídos em um aplicativo para smartphones. O documento deve ter um código digital que poderá ser lido pelas autoridades antes do embarque ou do desembarque no país.

A esperança do Japão é pelo menos retomar as viagens de negócios, que praticamente pararam durante a pandemia. Mais recentemente, o país também limitou a entrada de estrangeiros no país para evitar a disseminação de novas variantes do vírus.

Assim como outros países, o Japão também planeja permitir a inclusão no aplicativo de resultados negativos de testes para a covid-19. Segundo a Kyodo, não se espera que o passaporte seja usado no próprio país para permitir, por exemplo, a entrada em restaurantes e eventos.

O aplicativo será vinculado ao Sistema de Registro de Vacinação, um banco de dados do governo. Ele provavelmente se baseará no CommonPass, um programa para celulares que foi desenvolvido em parceria com o Fórum Econômico Mundial.

O Keidanren, o maior lobby empresarial do país, havia pedido ao governo que considerasse a criação dos passaportes de vacinas, citando a iniciativa que está sendo lançada pela União Europeia (UE) para permitir o turismo no verão europeu.

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