Segunda-feira, 28 de setembro de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Brasil Vice-presidente da República afirma que, diante da eminente candidatura do senador Renan Calheiros à presidência do PMDB, não terá outra saída que não tentar uma nova reeleição

Compartilhe esta notícia:

Vice-presidente Michel Temer (Foto: Wilson Dias / ABr)

Em entrevista ao jornal O Globo, o vice-presidente Michel Temer (PMDB) garantiu que não interferirá na disputa pela liderança da sigla na Câmara dos Deputados. O escolhido terá papel decisivo na indicação dos nomes da comissão que analisará o pedido de impeachment da presidenta Dilma Rousseff.

O peemedebista frisou, no entanto, que não aceitará filiações temporárias para influenciar na definição do líder. 

Por que Dilma e seu vice trabalham por candidaturas diferentes para o comando do PMDB na Câmara?

A presidenta tem reiterado que o governo não interfere em questões internas da legenda, e não há por que duvidar disso. Também não tomo partido na disputa, a não ser para buscar unidade.

Foi o seu gesto de impedir a entrada de deputados no PMDB para engrossar a lista de apoio à recondução do líder destituído, Leonardo Picciani, que motivou toda essa especulação?

Eu barrei para engrossar a lista do outro lado também. Ambos tentaram filiar deputados por um curto período, e isso é inaceitável. Eu disse a todos eles que o PMDB não é um “hotel de cochilo”.

O senhor é candidato à recondução à presidência da legenda, com a oposição do presidente do Senado, Renan Calheiros (AL), que ameaça derrotá-lo.

Eu já nem pensava mais em me recandidatar à presidência do PMDB. Mas um grupo de amigos ponderou que uma eventual desistência poderia ser entendida como derrota antecipada. Nesse caso, seria melhor eu me candidatar para valer, correr o risco. Mas, principalmente nesse caso da eleição do presidente do PMDB, eu prego a unidade como aspecto fundamental para o fortalecimento da sigla. Uma divisão só é interessante para os nossos adversários.

Por falar em adversários, como o senhor reage aos ataques do ex-ministro Ciro Gomes, do PDT?

Curioso… Essa é a primeira vez em que me perguntam sobre esse assunto. Quase ninguém dá importância ao que ele fala. Ele é um desarranjado de ideias. Eu nunca darei a ele a honra da minha resposta. Prefiro o caminho da Justiça. (AG)

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Brasil

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Fluminense empata com o Shakhtar Donetsk e Atlético-MG conquista a Florida Cup
Lobista que afirma ter pagado propina a Eduardo Cunha casará filha com festa para 600 convidados no Jockey Club de São Paulo
Pode te interessar