Quarta-feira, 16 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 13 de agosto de 2026
Conhecida como "golpe do abate de porcos", prática visa atrair vítimas por meio de falsos investimentos.
Foto: Polícia Civil/RSUma única pessoa sofreu um golpe estimado em R$ 37 milhões após investir em uma falsa plataforma de investimentos no Rio Grande do Sul. Nesta quinta-feira (13), a Polícia Civil deflagrou uma operação contra os suspeitos do crime, conhecido como “Golpe do Abate dos Porcos”.
Ao todo, são cumpridos 10 mandados de prisão preventiva e 16 de busca e apreensão no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e em São Paulo. Até o momento, duas pessoas foram presas.
Segundo a polícia, o golpe é aplicado por meio da criação de uma relação de confiança com as vítimas, que são convencidas a realizar investimentos sob a falsa expectativa de obter lucros. Nesta prática, os criminosos prolongam o contato com as vítimas visando aumentar cada vez mais o aporte de investimentos na plataforma.
A vítima que denunciou o esquema, e que teve prejuízo de R$ 37 milhões, foi inserida em um grupo de mensagens que simulava uma comunidade de estudos sobre o mercado financeiro. No espaço, havia supostos assistentes e outros participantes que reforçavam a aparência de legitimidade e segurança da plataforma.
Ao tentar retirar dinheiro da rede, no entanto, a vítima tinha os saques bloqueados. A partir desse momento, a pessoa afetada se deparava com supostas taxas e impostos que seriam necessários para conseguir acessar o patrimônio. Ao menos 140 potenciais vítimas estiveram expostas ao golpe financeiro.
Segundo a investigação, os investigados apresentavam análises de mercado com resultados positivos e supostos especialistas do setor para dar credibilidade ao esquema.
O golpe era estruturado e contava com uma divisão de tarefas, desde a captação das vítimas até o convencimento para novos aportes e o posterior bloqueio das operações financeiras.
Facilitadores do crime
Os criminosos utilizavam “laranjas” para abrir empresas e contas bancárias para aplicar as fraudes. As pessoas forneciam informações pessoais que possibilitavam a formalização do falso negócio e o acesso a aparelhos, senhas e credenciais necessários para a movimentação financeira.
Ou seja, grandes volumes de dinheiro obtidos pela ação criminosa circulavam por empresas que eram formalmente registradas em nome de pessoas que não necessariamente fazia parte das operações.
Uma das frentes de investigações é a participação de agentes de instituições financeiras na organização para a facilitação ao acesso de contas bancárias. Uma profissional já é investigada após a apuração localizar acessos internos compatíveis com os utilizados pelo grupo criminoso.
Sobre a vítima que perdeu R$ 37 milhões, por exemplo, das 25 empresas as quais ela realizou aporte, 24 delas possuíam contas em uma mesma instituição financeira.
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37 milhões e essa pessoa caiu nesse golpe? isso não é somente ganancia tem mais coisa, não tenho 1./. desse valor mas conhecimento tenho, colocar todos os ovos numa cesta, quem indicou essa façanha para ele? esse senhor vive em que mundo?
A ganância é um pecado capital. Se essa tinha 37 milhões, aplicado na poupança daria 247 mil por mês. É claro que tem de investigar os bandidos. Mas a ganância leva coiós a acreditarem em papai Noel. Deve ser uma bolsonarista essa figura….quaquaquaqua
Quem tem dinheiro tem duas formas de ficar rico. Trabalhando muito e herança. Aliás hoje tem outra forma de ficar rico, roubando o dinheiro dos trabalhadores, que Aliás, quase não salva ninguém, principalmente políticos!
Para a esquerda toda a pessoa que tem dinheiro, empresários, investidores, empreendedores, qq um q venceu na vida, é considerado agressor, explorador. Uma insanidade total.
É verdade. Vide o amigo do Flávio bolsonaro, um tal DANIEL VORCARO, né?? Um empresário de sucesso distribuindo roubos do povo para políticos honestos como a FAMILIA BOLSONARO. BINGO.
Tomara que esse dinheiro seja de uma pessoa que conheço e que fala, não gosto de pobre!