Quarta-feira, 05 de agosto de 2026
Por Redação O Sul | 4 de março de 2025
Estudo da Fundação Getulio Vargas aponta que predominaram publicações exaltando orgulho pela cultura nacional e representações positivas do Brasil.
Foto: DivulgaçãoA repercussão da vitória de “Ainda Estou Aqui” como Melhor Filme Internacional no Oscar conseguiu superar a polarização do debate político brasileiro nas redes sociais, aponta um estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV). A avaliação é que predominaram publicações que exaltam o orgulho pela cultura nacional e que representam o Brasil de forma positiva para o restante do mundo, escanteando os conflitos políticos entre direita e esquerda.
O levantamento também identificou que houve baixo engajamento de perfis alinhados à direita, com poucas contas parabenizando os responsáveis pelo filme ou comentando a vitória.
À esquerda o movimento foi na direção oposta: as publicações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), da deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) e da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) – que assim como o ex-deputado Rubens Paiva, cuja história é narrada no filme, foi presa e torturada pela ditadura militar – estiveram entre as com maior volume de interações.
“Foi interessante o silêncio da direita. Não conseguiram construir nenhum argumento crítico contrário. Soaria impatriótico, desumano e não engajaria”, analisou o sociólogo Marco Aurélio Ruediger, diretor da Escola de Comunicação da FGV e um dos responsáveis pelo estudo.
Ele avalia que o filme consegue ser patriótico sem ser chauvinista ou reacionário, ao mesmo tempo que transmite uma mensagem de força e potência das mulheres ao narrar a reconstrução pessoal de Eunice Paiva e de sua família.
“Isso dá pista de haver uma fresta para o Brasil se unir e se reinventar quebrando a polarização com base em valores universais e um repertório cultural mais amplo”, diz o sociólogo. “É uma pista para a política agora e em 2026″, acrescentou.
A vitória de “Ainda Estou Aqui” gerou cerca de 4 milhões de publicações no X, no Instagram, no YouTube e em sites de notícia e ultrapassou 75 milhões de engajamento geral no Facebook, no X e no Instagram. As publicações sobre a obra na conta oficial da Academia no Instagram foram responsáveis por 30% de todas as interações do perfil em 2025. Foram 3,8 milhões de interações e 24 milhões de visualizações. (Estadão Conteúdo)
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Farem filmes de um sujeito que fez merda e sumiu é fácil quero ver fazerem filme da DITADURA JUDICIAL, JURÍDICA que vivemos agora.
Um.ku te filme….idolatria de uma governo corrupto..18 anos de corrpçao…do nove..Tança da Dirminia….
Paiva, um comunista nojento a menos. Tá faltando mais alguns que ainda estão aqui.
Ah e o quatrilho, este foi bonzinho, produzido em Caxias do Sul.
Um filme ruim, chato e tendencioso, como todo filme nacional.
A única coisa que o Brasil fez de bom foram as pornochanchadas….