Segunda-feira, 25 de Maio de 2020

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Notícias Você teve a conta no WhatsApp clonada? Saiba o que fazer

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Recurso tem objetivo de facilitar limpeza de mensagens em conversas coletivas. (Foto: Reprodução)

Geralmente quando uma conta do Whatsapp é roubada, o golpista configura a autenticação de dois fatores no aparelho dele. Isso impede que o verdadeiro dono da conta consiga recuperá-la. Quando isso acontece, é necessário seguir os alguns passos.

Primeiro é preciso se certificar que a linha de celular está ativa; Depois, compartilhem um aviso sobre o ocorrido nas suas redes sociais; Em seguida, enviem um e-mail para a conta support@whatsapp.com com a seguinte frase: “Perdido/Roubado: Por favor, desative minha conta” no corpo do e-mail. Informem o número de telefone no formato internacional. A conta do WhatsApp permanecerá desativada durante trinta dias para que vocês consigam reativá-la, após esse prazo ela será apagada definitivamente. O atendimento do suporte pode levar até 3 dias úteis.

Feito isso, é necessário aguardar 7 dias úteis para tentar reconfigurar o WhatsApp novamente. Mas tem um detalhe, os 7 dias correspondem a inatividade completa das contas, o que na prática pode representar ainda mais tempo se o golpista estiver enviando mensagens. O ideal é contar o início desse período de inatividade quando o suporte do WhatsApp confirmar o bloqueio da conta; Após terem recuperado a suas contas, não esqueçam de habilitar a autenticação em duas etapas.

Falha corrigida

Com uma atualização para todos os sistemas operacionais, o WhatsApp corrigiu uma falha crítica de segurança que poderia dar a um hacker acesso a conversas e arquivos trocados entre os usuários do mensageiro. A brecha acontecia no compartilhamento de arquivos de vídeo, que permitia a execução remota de códigos para liberar a visualização de outros elementos do aplicativo.

O problema acontecia na forma pela qual o WhatsApp lidava com arquivos em formato MP4, que ao serem recebidos, rodavam de forma indiscriminada. Isso permitia aos hackers criarem arquivos alterados, com comandos de acesso remoto às informações dos usuários e colocando em risco informações confidenciais, fotos privadas e outros dados pessoais que trafeguem pelo mensageiro.

Além do acesso às informações, os criminosos também poderiam realizar um ataque de negação de serviço, interrompendo a utilização do mensageiro e gerando prejuízos para empresas que utilizem a solução para se comunicar com os clientes. O temor, também, era quanto ao uso direcionado contra jornalistas, figuras públicas ou entidades, que poderiam se tornar algo de hackers a serviço de governos em países nos quais a comunicação é vigiada e o WhatsApp surge como uma alternativa criptografada para conversas pessoais.

Entretanto, de acordo com o aplicativo, não existem indícios de que a falha foi efetivamente explorada. Ela foi revelada ao WhatsApp por especialistas em segurança de forma sigilosa e uma correção foi liberada antes mesmo que a brecha fosse divulgada publicamente, o que mitiga sua utilização, apenas, a sistemas desatualizados.

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