Quarta-feira, 30 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 7 de março de 2021
O YouTube removeu um vídeo postado pela deputada federal Bia Kicis (PSL-DF) em seu canal na plataforma por promover desinformação sobre o coronavírus.
No vídeo, a deputada, indicada pelo presidente Jair Bolsonaro e cotada para assumir a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, fazia uma entrevista sobre vacinação com um médico negacionista da pandemia chamado Alessandro Loiola.
O médico é autor do livro intitulado “covid-19: a fraudemia”, um compêndio de teses anticientíficas e teorias conspiratórias. Recentemente, o YouTube havia removido outra entrevista com Loiola, ao jornalista Luís Ernesto Lacombe.
“A minha resposta será no Parlamento, como uma deputada que seguirá lutando pela liberdade de expressão e contra os abusos daqueles que se julgam donos da verdade e querem transformar a ciência em uma ciência fascista, sem espaço para o debate e a pluralidade”, disse a deputada Bia Kicis, reagindo à medida tomada pela plataforma de vídeos.
“O YouTube tem políticas claras sobre o tipo de conteúdo que pode estar na plataforma e não permite vídeos que promovam desinformação sobre a covid-19”, declarou a plataforma do Google, por meio de nota. “Desde o início de fevereiro, analisamos e removemos manualmente mais de 800 mil vídeos relacionados a afirmações perigosas ou enganosas sobre o vírus. É nossa prioridade fornecer informações aos usuários de maneira responsável, por isso continuaremos com a remoção de vídeos que violem nossas regras.”
No final de fevereiro, o presidente Jair Bolsonaro citou um estudo alemão para criticar supostos efeitos colaterais do uso de máscaras durante uma live. A pesquisa era uma análise de pouco rigor científico e incapaz de comprovar relação com os problemas mencionados em crianças. O artigo também não foi revisado por pares, nem publicado em revistas científicas até o momento.
Evidências apontam que, nesse mais recente ataque ao uso de máscaras, Bolsonaro se baseou em um tuíte do mesmo médico negacionista que concedeu entrevista para a deputada da base governista; Alessandro Loiola já foi alvo de quatro verificações do Projeto Comprova por espalhar informações falsas.
Especialistas apontam que é pouco confiável a metodologia da pesquisa, na qual pais de crianças que supostamente usam máscaras foram convidados a preencher um questionário na internet. Eles destacam ainda que os principais órgãos de saúde continuam recomendando o uso de máscaras como forma de proteger as crianças do contágio pelo novo coronavírus, inclusive na própria Alemanha.
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Qual é mesmo o partido dela?
isso é o ELES, queriam q Ele fizesse, para chamar d ditador, fascista …
Vivemos uma ditadura civil em pleno governo oriundo das Forças Armadas, nunca aqla expressão q o poste mija no cachorro fez tanto sentido. Hj YouTube, Facebook e imprensa divulgam e distorcem somente as informações q lhe convém, os bandidos do STF tb tomam decisões absurdas, promovendo um insegurança jurídica, e por aí vai. Nosso Presidente infelizmente perdeu o controle da nação, esperava bem mais de Bolsonaro. Tomara q em 2022 tenhamos melhores opções.
Isto mesmo! Bloquear informações sem base cientifica! Só deixa o brasileiro mais perdido ainda!
as redes sociais só censuram quem é d direita, conservador,…o resto tá liberado…eles acostumaram com décadas de corrupção, fornicação, …isso pra eles é o normal, …isso é q da lucro…ser conservador, ser certinho, só dá lucro pra quem trabalha ética, moral e honestamente …
Assino embaixo!
Não à desinformação, não às fale news, não às cloroquinas e não ao negacionismo!
O tal do Spray Mágico de Israel foi, desmasrado como sendo, uma fraude. Por sinal, desde janeiro de 2022 é crime, se aplicar o Spray Mágico de Israel, aqui no Brasil.
Mas esta lei não teria que valer pra todos? Todos os veículos publicaram a notícia sobre estudos preliminares de uma droga promissora em Israel. Eles também não tinham sido revisado por padres ou cumprido todas as fases e sido publicados numa conceituada publicação científica. Mas nenhuma imagem, matéria ou veículo foi censurado. Como pode?
Para quem não sabe ou não lembra, entre 1964 e 1974, os presidentes Castelo Brnco, Costa e Silva e Emílio Médici mandavam prender, quem se opusesse à vacinação obrigatória, contra a varíola.