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Afetividade no desenvolvimento emocional e cognitivo de crianças e adolescentes é importante

Entendimento e demonstração são próprias de cada indivíduo, afirma psicoterapeuta (Foto: Reprodução)

Você sabia que cada pessoa possui uma linguagem de amor específica, ou seja, uma “forma de comunicar” que é mais facilmente compreendida e decodificada pelos sentidos? A coach parental e psicopedagoga Adriana Barbeiro discorre sobre os “diferentes tipos” de amor e a maneira com que cada um demonstra-os.

Adriana relembra os ensinamentos do filósofo e professor Mario Sérgio Cortella: ao recapitular a fala dele, elucida a necessidade de deixar de lado a ideia de que “o amor aceita tudo”. Para Cortella, o amor inteligente e responsável é capaz de negar o que deve ser negado e, nesse sentido, precisa ser compreendido pelo receptor da mensagem. “Quando compreendemos a linguagem de amor daqueles que convivem conosco, temos uma das principais chaves para acessar, de forma integral, o outro. Perseverando nesse caminho, é provável que tenhamos (enquanto professores, pais, amigos, namorados, colegas de trabalho, marido e mulher) a oportunidade de ajudar na formação de pessoas mais felizes e equilibradas”, reflete.

A psicopedagoga menciona ainda o conselheiro de casais e professor Gary Chapman e o conferencista e professor de pediatria e psiquiatria Ross Campbell. Os dois, segundo Adriana, pontuam cinco tipos principais de “linguagens do amor”:

– Contato físico: Se você é daqueles que precisa de abraços, mãos dadas, carinho, carinho e um pouquinho mais de carinho, você possui essa como uma das suas formas predominantes de demonstrar afeto.
– Palavras de apoio: Você gosta de passar um tempão no whatsapp, no telefone, no inbox do facebook ou fisicamente, tentando convencer a pessoa de que “vai ficar tudo bem”, seja lá qual for o problema? Então essa deve ser a sua linguagem predominante.
– Tempo de qualidade: Qualquer espacinho na agenda já é desculpa para uma visita, uma “passadinha rápida”, um cafezinho, um suco, um açaí ou um cineminha? Pra você tanto faz o local e a atividade, desde que a conexão exista de forma intensa? Se sim, você encontrou a sua forma primordial de amar!
– Presentes: Você gosta de receber algum tipo de agrado? A-do-ra acordar e encontrar um papelzinho com um “bom dia, te amo” grudado na geladeira? É o tipo de pessoa que compra presentes sem motivo e utiliza frases como “achei a sua cara” ou “lembrei muito de você”? Essa é a sua forma de receber e distribuir amor!
– Atos de serviço: Se você é sempre o primeiro a se prontificar para a ir ao supermercado, ou para ajudar a consertar alguma coisa que quebrou em casa, ou para pintar uma parede, ou para ajudar na mudança dos amigos… Essa aqui é a sua maneira primordial de demonstrar amor!

Adriana ressalta a necessidade de compreender o quão fundamental é tratar o amor (e a maneira de comunicar ele) como algo essencial dentro das relações. Para ela, o afeto não é necessário apenas nos momentos em que é preciso saber a importância dos limites, das responsabilidades e do respeito ao próximo, mas também para viabilizar o desenvolvimento emocional e cognitivo de crianças e jovens.

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