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Bolsonaro volta a dizer que o ministro-chefe da Advocacia-Geral da União é “terrivelmente evangélico”

O presidente Jair Bolsonaro ao lado do advogado-geral da União, André Mendonça. (Foto: Reprodução/Redes sociais)

O presidente da República, Jair Bolsonaro, chamou nesta segunda-feira (15) o advogado-geral da União, André Luiz Mendonça, de “ministro terrivelmente evangélico”. A exaltação ao ministro foi feita durante uma sessão solene na Câmara dos Deputados e aconteceu uma semana depois de o presidente reafirmar que indicará um ministro “terrivelmente evangélico” ao STF (Supremo Tribunal Federal).

“Prezado André Mendonça, um ministro terrivelmente evangélico, assim como nós somos terrivelmente patriotas”, disse Bolsonaro. A fala de Bolsonaro foi aplaudida no plenário da Câmara Federal. Ele participou de uma sessão solene com militares e deputados aliados em homenagem ao Exército Brasileiro.

Na semana passada, o presidente da República afirmou que Mendonça seria um bom nome para assumir uma vaga de ministro no Supremo. Além de Mendonça, Bolsonaro já sinalizou que indicaria o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, para uma cadeira na Corte.

Bolsonaro terá o poder de indicar dois nomes para o Supremo: um no final do ano que vem, quando o decano da Corte, Celso de Mello, se aposentará; e outro em 2021, quando sairá Marco Aurélio Mello. A principal Corte do País tem 11 ministros. Antes de assumir o cargo, qualquer candidato ao STF indicado pelo presidente precisa ser sabatinado e aprovado pelo Senado.

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Jorge Oliveira, também defendeu o nome de André Mendonça para o STF. “Interpreto a fala do presidente de uma maneira muito positiva. Na verdade, o que ele está buscando são valores. Então, os evangélicos, em geral, têm perfil conservador, perfil de valorizar a família, sobretudo. E a religião traz esse mote de observância dos princípios, que a sociedade vem perdendo ao longo dos anos”, declarou em entrevista à imprensa.

Oliveira destacou que Mendonça seria um bom quadro para o “Estado brasileiro”, seja no Supremo, seja no STJ (Superior Tribunal de Justiça). “Eu não sou evangélico, sou católico, cristão. Sei que a pauta não é pelo fato de ele ser evangélico, mas pelos valores que ele tem, pela postura dele, sobretudo pelo conhecimento”, afirmou. A declaração foi aplaudida por militares e deputados federais aliados que acompanhavam Bolsonaro na sessão solene em homenagem ao Exército na Câmara dos Deputados.

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