Últimas Notícias > Notícias > A segurança pública e a violência escolar estão em debate na Câmara de Vereadores de Porto Alegre

Crimes impunes

A Câmara dos Deputados teve ontem a primeira sessão plenária para votar os destaques da reforma da Previdência. (Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados)

Foi confusa a sessão plenária da Câmara dos Deputados que começou, às 19h de ontem, para analisar os destaques da reforma da Previdência. “Isto é um crime” tornou-se a expressão mais usada na tribuna e no microfone de apartes.

Por décadas, nunca se ouviu algum parlamentar enquadrar como crime o que sucessivos governos fizeram, saqueando o fundo de reserva da Previdência. Dinheiro que saiu do cofre, financiou obras públicas e nunca mais voltou, quebrando o sistema.

Que nível…

Às 22h de ontem, dois deputados federais, que se intitulam defensores da causa animal e disputam o mesmo eleitorado, resolveram fazer ataques mútuos na tribuna à base de “falastrão, caloteiro” e por aí afora.

Segundo round

A esperança de governadores e prefeitos é que, durante os debates e votação da reforma da Previdência, Municípios e Estados sejam incluídos. Na Câmara, a maioria dos deputados decidiu deixar fora para não se desgastarem com servidores públicos que irão às urnas no próximo ano.

Pauta musical

Enquanto aguarda o texto da reforma da Previdência, o Senado terá segunda-feira sessão especial para comemorar o Dia Nacional da Viola Caipira.

Efeito da ruptura

Alguns partidos, a começar pelo PDT, falam em suspender a filiação de deputados que votaram contra a orientação da executiva nacional no episódio da reforma da Previdência. Em 2003, o PT expulsou Luciana Genro, João Batista Babá, João Fontes e Heloísa Helena. Esses e outros petistas insatisfeitos com a reforma proposta pelo presidente Lula, fundaram o PSol.

O que virá?

Até 31 de agosto, o Congresso receberá a proposta do Orçamento Geral da União. Vai se conhecer a força da tesoura do ministro da Economia, Paulo Guedes.

Pegará fogo

O PSL protocolou ação contra o deputado federal Glauber Braga, do Psol, no Conselho de Ética da Câmara. Terça-feira da semana passada, durante audiência, chamou o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, de “ladrão”. Outra ação será encaminhada ao Poder Judiciário, onde também não escapará de condenação.

Eles não têm pressa

A criminalização do uso de caixa 2 em campanhas eleitorais foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, quarta-feira. A proposta é uma das medidas do pacote anticrime apresentado pelo ministro Sergio Moro no início do ano. Conhecendo o ritmo de tramitação dos congressistas, dá para imaginar que não entrará em vigor antes das eleições de 2022.

Despertador vai tocar

As conversações entre o PT e a ex-deputada Manuela D’Ávila, para que ela seja cabeça de chapa na eleição à Prefeitura de Porto Alegre, incluirá a definição de data para resposta. Os petistas querem escapar da indefinição e de uma recusa em cima da hora. Por isso, vai propor 30 de outubro.

Distâncias

A força do PT em Porto Alegre pode ser medida pelo desempenho de Miguel Rossetto na eleição em 1º turno ao governo do Estado. Ano passado, ele obteve 169 mil e 850 votos. Foram 7 mil e 958 votos a menos do que Eduardo Leite. José Ivo Sartori, primeiro colocado na capital, somou 197 mil e 32 votos.

Descruzando os braços

O governo de Minas Gerais apresentará, dia 5 de agosto, em audiência com a União, proposta para tentar solucionar a situação de perdas com a Lei Kandir. O governador Romeu Zema, do Novo, e representantes do Judiciário e do Ministério Público vão se reunir com integrantes do Legislativo na próxima semana.

Iniciativa para o Rio Grande do Sul pedir carona.

Há condições

A reunião do Comitê de Política Monetária, dia 30, poderá reduzir a taxa de juros em 0,5 por cento sob influência da aprovação da reforma da Previdência na Câmara.

Cairá

Durante a fala do presidente do Federal Reserve Bank, Jerome Powell, ficou claro, esta semana, que vem aí uma rodada de juros baixos nos Estados Unidos. O Bank of America prevê que o Federal Open Market Committee vai reduzir de 2,50 para 2,25 por cento ao ano o piso dos juros na reunião do dia 30 deste mês. A tendência é fixar a taxa em 2 por cento até o fim do ano.

Pão e água

Quem paga impostos merece um Estado com capacidade de investimento. Há anos, o Rio Grande do Sul não consegue atingir esse patamar.

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