Últimas Notícias > CAD1 > Meia do Grêmio, Jean Pyerre, diz que time entende cobranças e crê em foco para buscar a recuperação no Brasileirão

Cristiano Ronaldo disse que volta a jogar em até duas semanas após sofrer lesão muscular

Craque foi substituído aos 30 minutos do primeiro tempo do jogo contra a Sérvia após sentir a coxa. (Foto: Reprodução)

Cristiano Ronaldo tratou de tranquilizar os seus fãs ao passar pela zona mista após o empate entre Portugal e Sérvia por 1 a 1, nesta segunda-feira (25), no estádio da Luz, em Lisboa, pela segunda rodada das Eliminatórias da Eurocopa de 2020. O craque português pediu substituição após sentir uma lesão muscular aos 29 minutos de jogo.

“Não estou preocupado com isso, conheço meu corpo e quem anda na chuva, se molha”, afirmou o jogador da Juventus, para os jornalistas, a quem garantiu que deverá retornar aos gramados em “uma ou duas semanas”.

Após os dois empates, diante de Ucrânia e Sérvia, nas duas primeiras rodadas das Eliminatórias, Cristiano Ronaldo disse que “é preciso extrair lições positivas dessas partidas”. “Jogamos bem e tivemos oportunidades, simplesmente a bola não entrou e isso é o futebol”. Na opinião do craque, Portugal possui “potencial para o presente e futuro. Os portugueses têm de estar tranquilos e felizes”.

Ainda sobre o empate no jogo contra a Sérvia, Cristiano Ronaldo aproveitou os microfones da imprensa para criticar a atuação da arbitragem. Aos 30 minutos do segundo tempo, a bola bateu no braço direito do sérvio Rukavina dentro da área. O juiz, sem muitas dúvidas, assinalou o pênalti, mesmo com o zagueiro jurando que a bola teria batido no rosto. Mas, informado pelo auxiliar, o árbitro voltou atrás na decisão e mudou a decisão. O craque não deixou barato:

“Pelo amor de Deus! O bandeirinha está a 40 metros e toma a decisão pelo árbitro? A mim parece estranho”, afirmou.

Segundo Cristiano Ronaldo, o juiz admitiu o erro no túnel do vestiário. Os jogos das eliminatórias da Euro não contam com o auxílio do árbitro de vídeo.

O capitão da seleção fez questão de transmitir otimismo para os torcedores. “Garanto que vamos fazer tudo para estarmos na Eurocopa de 2020. Não há motivo para ficarem nervosos ou perder a esperança nesta equipe”, completou.

Fortuna blindada

Depois de investir em transplantes capilares, seria fácil concluir que Cristiano Ronaldo é esperto e tem a cabeça no lugar. Seu último negócio começou há uma semana e seu olfato para fazer o dinheiro crescer vem de longe, de mais de uma década. Um olfato para procurar minas de ouro e recrutar pessoas de lealdade inabalável, primeiro a família – sobretudo sua mãe, Dolores Aveiro –, depois seu agente, Jorge Mendes, e o hoteleiro Dionísio Pestana. Eles compartilham características comuns. Todos fizeram fortuna a partir do nada e são todos portugueses, muito portugueses: trabalhadores e tacanhos. Custou-lhes muito ganhar dinheiro e não o vão perder de vista.

Além da renda da imagem publicitária, Cristiano Ronaldo construiu uma marca, a CR7, imitando pioneiros como Beckham e Michael Jordan. A empresa ganha dinheiro mesmo quando o jogador dorme. Marisa, nos seus vinte anos e primogênita do todo-poderoso agente Mendes dono da Gestifute e da Solaris Sports –, é a responsável por ativá-lo nas redes sociais. O público de CR7 ultrapassa 350 milhões de pessoas, segundo a Hookit, que mede o impacto das marcas no mundo digital. Cada post publicado por Marisa Mendes nas contas CR7 resulta em 2,3 milhões de interações, gerando 1,5 milhão de euros (6,6 milhões de reais) para cada marca apoiada pelo jogador.

No Instagram, Cristiano Ronaldo ganhou no ano passado 351 mil euros (1,55 milhão de reais) por empresa divulgada, segundo a firma de medição de audiência Izea. Cristiano Ronaldo licencia seu logotipo CR7 para colônias, roupa interior, roupa de cama, nutrição (Herbalife), refrigerantes, cobertores de luxo (EliteTeam), relógios, videogames, calçados, aço egípcio, operadoras de telefonia (MEO e Turk), mas nenhum contrato é comparável ao assinado com a Nike para a vida toda, algo que apenas Jordan e Lebron James têm. É de 1 bilhão de dólares (3,9 bilhões de reais), uma pechincha para a Nike, segundo analistas de marketing esportivo. Somente o post de Cristiano Ronaldo após a vitória de Portugal na Eurocopa 2016 rendeu à multinacional cinco milhões de euros (22 milhões de reais); ao longo do ano, 400 milhões de euros.

Deixe seu comentário: