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Em debate, as candidaturas sem partido

Marcel Van Hatten defende candidaturas sem filiação partidária. (Foto: Divulgação)

A possibilidade de candidaturas avulsas, independente de partidos políticos vem tendo seu debate ampliado no Congresso Nacional. O deputado federal gaúcho Marcel Van Hatten, líder da bancada do Novo, apóia a proposta, e depois de participar da recente audiência pública realizada na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, por proposição do deputado Luiz Phillipe Orleans e Bragança (PSL-SP), para discussão do tema, reafirmou esta posição. Essa questão foi levada ao STF pelo advogado Rodrigo Mezzomo após não ter conseguido registrar sua candidatura à prefeitura do Rio de Janeiro sem estar filiado a um partido político. Na Câmara dos Deputados, uma proposta de emenda à Constituição tramita na CCJ desde o ano de 2008.

Marcel Van Hatten: participação sem filiação partidária

Segundo Marcel Van Hatten, “apresentei o meu ponto de vista de que precisamos garantir aos cidadãos brasileiros que tenham liberdade para participar do processo político, não necessariamente tendo que se filiar a uma agremiação para concorrer. Destaquei também que as candidaturas independentes de partidos não são a solução para todos os problemas de nosso sistema eleitoral que, como defendo há tempos, precisa ser reformado com liberdade de criação partidária, cláusula de barreira e fim do financiamento público.”

Aécio Neves poderá ingressar no partido de Cherini

O deputado federal Giovani Cherini, que vem articulando o crescimento do PL no Rio Grande do Sul, poderá ganhar um companheiro rejeitado em todo o País. Trata-se do deputado federal Aécio Neves. Prestes a ser expulso do PSDB, Aécio recebeu convite do presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto, para filiar-se ao partido.

Os três golpes da Central Única da Corrupção

O advogado Modesto Carvalhosa, autor dos pedidos de impeachment dos ministros do STF Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, lança uma advertência contra a Central Única da Corrupção que, segundo ele, vai tentar três golpes na Operação Lava-Jato:

1. A segunda Turma do STF vai “julgar” a “suspeição” do ex-juiz Sérgio Moro no processo que condenou o chefe da Central Única da Corrupção, Lula da Silva.

2. O Conselho Superior do Ministério Público vai julgar Deltan Dallagnol pelo crime de “corrupção passiva”, ao proferir palestras por todo o Brasil, recebendo remuneração das entidades que o convidaram – em algumas delas. Segundo eles, Dallagnol usou o prestigio do cargo de promotor para usufruir de “vantagens financeiras” por meio dessas palestras;

3. O Congresso vai votar uma Lei que acaba, na prática, com as delações premiadas. Proíbem que corruptos presos possam propor e firmar acordos de delação.

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